//
você está lendo...
Energia, Grandes Projetos

Tucuruí pela metade

Há um mês, a hidrelétrica de Tucuruí funciona com metade da sua capacidade de geração de energia, limitada a 4 mil megawatts. No dia 29 de outubro a fase 2 deixou de operar por falta de água no reservatório para o funcionamento das 23 turbinas que estão instaladas na barragem. O nível do reservatório, que formou o segundo maior lago artificial do país, ficou abaixo da cota de 60,5 metros, o que restringe o uso da água na casa de força.

A melhoria da vazão tanto do rio Tocantins, onde fica a usina de Tucuruí, no Pará, quanto a do Madeira, onde se localizam as hidrelétricas de Santo Antonio e Jirau, em Rondônia ambas ainda em fase de motorização,foi o tema principal na primeira parte da reunião do Operador Nacional do Sistema Elétrico com os agentes para detalhar o programa mensal de operação de dezembro. O encontro foi realizado ontem, 27, em Brasília.

Com o maior volume de águas já observado, a fase 2 de Tucuruí, com metade da potência da usina, deverá voltar a operar no início de janeiro. A partir daí sua produção poderá alcançar os 8.340 MW de potência máxima.
Já as usinas do Madeira estão contribuindo com l mil MW para o sistema integrado nacional de energia, atendendo a região sudeste do país.

Discussão

Um comentário sobre “Tucuruí pela metade

  1. Temos algo do tipo com Belo Monte, que também ficará pela metade, bom eu realmente não entendo qual é a lógica de não terem feito Belo Monte “Maior”, acredito que o grande problema de quem iria ser afetado era/é a desconfiança do passado, com o que aconteceu com os que foram desalojados e o estado nada fez por eles ou muito pouco, sem falar na destruição de um espaço aonde essas pessoas tinham/tem suas vidas fincadas, eu sinceramente também não acredito que o estado irá suprir as corretamente as necessidades dessas pessoas, as instituições de proteção ao cidadão são muito falhas. Entretanto se a ótica de não termos uma lago maior for puramente a questão da preservação do meio ambiente eu realmente não entendo, a demanda de energia cresce muito mais do que a oferta, aonde iremos conseguir o excedente? Termoelétricas? Usinas Nucleares? a primeira opção é uma agressão maior ao meio ambiente e a segunda também, além de que não temos domínio sobre energia nuclear. Eu vejo da seguinte maneira, cada vez mais pessoas, cada vez mais consumo e por conseguinte o meio ambiente é cada vez mais explorado, talvez o homem ache uma saída para esse problema, como já fez em outros momentos da história com problemas aparentemente insolúveis, por enquanto as cabeças pensantes ( Estadunidenses ) parece que resolveram o problema de como explorar o petróleo de xisto e garantir a tão sonhada autossuficiência Americana, mas é claro a polêmica em torno do processo e como isso afeta o meio ambiente é grande. Tucuruí está pela metade, não me recordo, nesse ínterim, de ouvir dizer que alguém tenha usado pela metade seu ar condicionado ou ventilador, ano que vem de novo Tucuri estará pela metade e teremos um pouco mais de paraenses. Querem preservar o meio ambiente, mas não querem ficar no escuro, aliais nem eu!

    Curtir

    Publicado por João Pablo UFPA | 1 de dezembro de 2014, 16:11

Deixe um comentário

Preencha os seus dados abaixo ou clique em um ícone para log in:

Logotipo do WordPress.com

Você está comentando utilizando sua conta WordPress.com. Sair /  Alterar )

Foto do Google

Você está comentando utilizando sua conta Google. Sair /  Alterar )

Imagem do Twitter

Você está comentando utilizando sua conta Twitter. Sair /  Alterar )

Foto do Facebook

Você está comentando utilizando sua conta Facebook. Sair /  Alterar )

Conectando a %s

%d blogueiros gostam disto: