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Imprensa

A imprensa no Pará

Oito jornalistas foram mortos no Brasil no ano passado. Esse número deu ao Brasil um lugar de destaque no ranking das nações mais perigosas do mundo para o exercício do jornalismo.

Além dos oito assassinatos, a edição de 2015 do Relatório de Liberdade de Imprensa da ABERT (associação das empresas de rádio e televisão) computou julgamentos com condenações, 64 agressões, três atentados, três ataques e vandalismos, 14 ameaças, oito detenções e prisões, cinco ofensas e nove intimidações e insultos, num total de 116 violações da liberdade de imprensa.

Apenas duas dessas violações aconteceram no Pará. Nesse caso, ou o Estado seria o campeão da liberdade de imprensa ou os jornalistas estão acomodados demais, se esquecendo do seu compromisso principal: bem informar a opinião pública, principalmente para alertá-la e preveni-la sobre os abusos de poder e a contrariedade aos interesses coletivos.

Discussão

2 comentários sobre “A imprensa no Pará

  1. Em Minas Gerais, no Vale do Jequitinhonha, mataram dois jornalistas em 2015 e outro está ameaçado de morte em Araçuai, na mesma região. A Justiça até hoje não elucidou os fatos e o editor do Gazeta de Araçuai, continua a exigir segurança e andamento dos processos relativos a empresários envolvidos em crime . É o Brasil.

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    Publicado por saulo murta | 26 de fevereiro de 2016, 07:42

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