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Ciência, Cultura, Educação

A Amazônia no espaço virtual

José de Alencar enviou sua importante contribuição para o debate sobre a criação de um Observatório Amazônico, tema de postagem neste espaço. Ele acha que não seria necessário dispor de espaço físico para instalá-lo. Bastaria o espaço virtual.

Defendo um local físico para permitir o contato pessoal, inclusive dos alunos, com um grupo multidisciplinar dentro do campus. Mas é apenas uma sugestão. O importante é criar esse centro de contra-cultura colonial.

Mas também acho que se pode combinar as duas coisas, virtual e físico. Uma boa instalação ainda existe disponível. Os alunos estão no campus. E o campus da UFPA no Guamá merece visita. Quando nada, pelo cenário: é um dos mais bonitos do Brasil, apesar de tudo. O Observatório poderia organizá-la na rede pública de ensino. Visita guiada. Com parada para uma conversa com os observadores da região.

Segue-se o texto de Alencar:

Atualmente, não precisaria de espaço físico para ter um Observatório Amazônico, bastaria um espaço virtual na Web.

O Flávio Nassar, Pró-reitor de Relações Internacionais da UFPA até poucos dias atrás, iniciou e fez avançar até onde foi possível o Projeto UFPA 2.0, como pode-se ver neste link: https://ufpadoispontozero.wordpress.com/. O último post é Landi: Fauna e Flora da Amazônia Brasileira, Publicado em 16 de setembro de 2015 por ufpadoispontozero.

 

Uma alternativa, por mim sugerida ao Flávio Nassar, seria buscar a colaboração com alguma Universidade portuguesa para aderir à Europeana, a megabiblioteca virtual da União Européia: http://www.europeana.eu/portal/, para divulgar nosso imenso acervo sobre a Amazônia e na Amazônia.

 

Algo mais simples, mais modesto e muito mais barato seria a criação de uma WikiAmazônia, uma enciclopédia virtual sobre a Amazônia, nos moldes da Wikipedia e sob as mesmas regras. Veja aqui, por exemplo, o verbete Amazônia, da Wikipedia em português: https://pt.wikipedia.org/wiki/Amaz%C3%B4nia.

Como os verbetes são escritos por voluntários, não teria custo algum para a UFPA, que ficaria apenas encarregada de estimular as contribuições de seus professores, pesquisadores, alunos, egressos e colaboradores extramuros.

 

Agregaria valor a essa iniciativa promover uma série de palestras anuais no estilo TEDx (16 minutos no máximo), com foco na Amazônia, que somaria ao TEDx Ver-o-Peso: http://tedxveropeso.com.br/. As últimas palestres do TEDx Ver-o-Peso foram em 2013.

 

Eu, como Akio Morita, acredito que para todo problema existe uma solução tecnológica, inclusive para esse.

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