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Política

Projeto: ônibus especiais

Uma questão grave em Belém: a locomoção de idosos e deficientes físicos.

Thirson Andrade fez esta sugestão para o prefeito virtual:

Em breve devaneio, me veio a ideia de inserir um coletivo exclusivo para idosos e gestantes.

Nestes coletivos além do motorista, uma equipe multidisciplinar acompanharia para receber os idosos com dificuldade de locomoção, cadeirantes e gestantes.

A prestação de serviço mais humanizado complementaria a carência de gentileza, gratidão e atenção que parcela significativa da população necessita todos os dias.

Fiz a minha sugestão:

Ao menos por enquanto, sua proposta é utópica, Thirson.

Vou repetir uma sugestão semelhante que já apresentei. Tantos micro-ônibus quanto necessários para transportar deficientes físicos menores de idade e seus acompanhantes para sessões de fisioterapia, aulas, consultas médicas ou hospitais. A prefeitura inscreveria, entrevistaria, selecionaria e cadastraria a clientela desse serviço, definindo-o conforme a demanda. Os ônibus iriam buscar crianças e jovens incapazes de se locomover normalmente e os levaria aos seus destinos, indo também buscá-los, nos horários previamente acertados. Os veículos seriam pintados com uma cor padrão capaz de chamar a atenção (amarelo e vermelho) e com sinalizadores para alertar quem estiver circulando às proximidades.

Discussão

12 comentários sobre “Projeto: ônibus especiais

  1. Obrigado, Lúcio.

    Implementar projetos sociais que atenda a população socialmente vulnerável, implica reconhecer, por parte dos gestores, minimamente a mazela urbana a que estão submetidos seus eleitores.

    Implica gestão além de slogans oportunistas.

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    Publicado por Thirson Rodrigues de Medina | 13 de setembro de 2016, 09:31
  2. ” …..Thirson Andrade fez esta sugestão para o prefeito virtual:….”

    Sugestão Virtual, para o Prefeito e Vice-Prefeito Virtuais, que será implantada Virtualmente.

    Não esqueçam, além do transporte, de também implantar virtualmente os destinos desse público. Ou seja, as clínicas, salas, consultórios, “…….para sessões de fisioterapia, aulas, consultas médicas ou hospitais…..”

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    Publicado por Sou daqui. | 13 de setembro de 2016, 11:26
    • Obrigado, Lúcio.

      Na enfase em propor sugestões emergentes diante dos flagelos sociais e por sentir, ser indissociável proposta/ação/proatividade, cometo o lapso em não visualizar a abstração virtual do projeto de gestão iniciado no blog.

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      Publicado por Thirson Rodrigues de Medina | 13 de setembro de 2016, 11:36
    • Na Europa, por exemplo, há esse serviço. Se alguém paga táxi para um atendimento hospitalar, o governo ressarce.
      É muito cômodo permitir-se o escárnio de zombar de propostas simples e inovadoras no nosso âmbito, no qual o cidadão é massacrado pela “conjuminância” do setor privado com o estatal. Toda medida para tratar com decência e dignidade o sr. cidadão, lembrado pela nova presidente do STF, é desdenhado como brincadeira.
      Apesar dessa atitude, acho perfeitamente viável implantá-la e custeá-la. Só a extinção do subsídio à grande imprensa através de propaganda desnecessária já responderia pelos recursos necessários para financiar uma iniciativa dessas.

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      Publicado por Lúcio Flávio Pinto | 13 de setembro de 2016, 15:54
  3. Lúcio,

    A idéia é excelente…mas esse serviço deveria ser, pelo menos na sua fase inicial, terceirizado para cooperativas via contrato de gestão. Isso geraria mais empregos. Nada de aumentar mais a máquina até entendermos bem as demandas públicas.

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    Publicado por Jose Silva | 13 de setembro de 2016, 11:27
  4. E porque não simplesmente civilizar o sistema de transporte para ônibus pararem nos pontos, não fazerem arrancadas e ultrapassagens doidas, colocar pontos cobertos para o povo não ficar à chuva e sol… etc?

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    Publicado por Frederico Brandão | 13 de setembro de 2016, 11:58
    • Passei uns tempos em Bruxelas. Pegava ônibus. Nas paradas estava assinalado o horário de passagem dos ônibus. Certa vez, em pleno frio, um deles se atrasou pouco mais de um minuto. Uma senhora, idosa, entrou escrachando o motorista. Rápidpo e civilizado, ele se explicou. Tivera que seguir um desvio de rota para contornar uma obra pública. Mas como a senhora continuava enfezada, ele se explicou mais duas vezes, sempre pedindo desculpas, garantindo que na próxima vez sairia um pouco antes do ponto inicial para não se atrasar.
      Ah, sim: no ônibus não há cobrador. Você entra e passa o seu cartão magnético e sai sem ser incomodado. Se não quiser pagar, pode não passar o cartão pela máquina. Mas se o fiscal o encontrar nessa situação você será punido com a exclusão do transporte público – não sei se definitivo ou temporário.
      Em Portland, capital do Oregon, no extremo noroeste dos Estados Unidos (que conheci e adorei), os ônibus no centro (downtown) são gratuitos. A prefeitura concluiu que sairia mais barato assim do que controlar a concessão privada. Os ônibus são excelentes, o motorista é civilizado e você entra e sai sem problemas.

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      Publicado por Lúcio Flávio Pinto | 13 de setembro de 2016, 16:01
      • Nesses lugares quem serve o público gosta de servir ao público. Sente orgulho da profissão: mesmo ganhando menos, sabe que está fazendo uma coisa que beneficia todos. No Brasil a maioria das pessoas escolhe o serviço público por causa da estabilidade no emprego e pelos altos salários. A vocação e o orgulho são inexistentes. Quem sabe um dia…

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        Publicado por Jose Silva | 14 de setembro de 2016, 09:54
      • Como diz o poeta Geraldo Vandré: quem sabe faz a hora, não espera amanhecer. Ou faz o amanhã amanhecer logo.

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        Publicado por Lúcio Flávio Pinto | 14 de setembro de 2016, 10:58
      • Ôpa: … não espera acontecer. Acontece logo.

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        Publicado por Lúcio Flávio Pinto | 14 de setembro de 2016, 18:43

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