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Energia, Grandes Projetos, Hidrelétricas, Política

Polícia Federal investiga hidrelétrica

A Polícia Federal vai investigar se houve pagamento de propina na construção da hidrelétrica de Santo Antônio, no rio Madeira em Rondônia, que é uma das maiores do país. A usina está na lista de obras suspeitas da Operação Lava-Jato, envolvendo a Odebrecht e o ex-ministro e ex-deputado federal do PT, Antonio Palocci.

A hidrelétrica entrou em plena operação em julho, quando acionou a 44ª e  última das turbina, que lhe deram a capacidade nominal de gerar 2,2 mil megawatts médios, o equivalente a 4% da carga nacional e ao consumo de 40 milhões de pessoas, segundo a concessionária.

O inquérito. Que levou à prisão de Palocci e dois assessores no dia 26, em São Paulo, investiga contratos de obras realizadas pela empreiteira em que há suspeita de interferência do ex-ministro. A base da investigação é a planilha que revelou o Setor de Operações Estruturadas da Odebrecht, um departamento cuja finalidade seria o pagamento de propina a agentes políticos.

A Odebrecht teria destinado ao PT, por meio de depósitos intermediados por Palocci, 33milhões de reais depositados no exterior em conta do marqueteiro João Santana e sua esposa, Mônica Moura. Outros R$ 10 milhões foram pagos através da empresa Shelbil, R$ 44 milhões recebidos por Jucelino Dourado (ex-assessor de Palocci) e R$ 7 milhões em 2012.

Discussão

3 comentários sobre “Polícia Federal investiga hidrelétrica

  1. Se a polícia federal investigar com cuidado todas essas usinas construídas recentemente na Amazônia, descobrirão que elas foram empurradas goela a baixo da população regional com um único objetivo: gerar fluxo de caixa permanente para manter os lula-dilmistas no poder por mil anos.

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    Publicado por José Silva | 30 de setembro de 2016, 22:30
  2. Rondônia é uma região com históricos de megaprojetos instalados em seu território. No incio do século 19, executaram a estrada de Ferro Madeira Mamoré, ceifando a vida, contam as lendas, de milhares de trabalhadores, o que assistimos hoje: Apenas a “maria fumaça” e locomotivas servindo de ponto turístico ao lado dos antigos galpões.

    Um século depois, instalou-se na mesma região um novo empreendimento, a princípio, de proporções babélicas, consumindo rochas, ferragens, concretos, sangue e suor de milhares de trabalhadores.

    E Porto Velho, segue estigmatizada, não há expressão de brilho na cidade, cresceu como toda capital, impulsionada, por ser rota portuária para escoamento da soja do agronegócio do Centro-Oeste para Manaus, Itacoatiara e Belém.

    Só, as areias, na ampulheta do tempo, serão testemunhas, daqui a um século, do novo megaprojeto á ser instalado no solo dos Bandeirantes de Rondônia, em referência à letra do hino do Estado.

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    Publicado por Thirson Rodrigues de Medina | 1 de outubro de 2016, 00:02
  3. Se chegar por aqui, adivinhem que é nosso político especialista em orçamentos do setor elétrico?

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    Publicado por Sou daqui. | 1 de outubro de 2016, 10:40

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