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Imprensa

Nova coluna

Comecei hoje uma coluna semanal no site Amazônia Real, cujo link é http://amazoniareal.com.br/o-apito-do-trem/. É um espaço de informação e conscientização sobre a região, feito por pessoas competentes e dedicadas. Meu primeiro artigo pode ser consultado nesse endereço. Espero que apreciem.

Discussão

16 comentários sobre “Nova coluna

  1. Que bom!

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    Publicado por Paloma Franca Amorim | 10 de novembro de 2016, 20:08
  2. Força, Saúde e Firmeza, Lúcio, nesta nova perspectiva!

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    Publicado por Thirson Rodrigues de Medina | 10 de novembro de 2016, 21:12
  3. Parabéns e Sucesso. Afinal, novas colunas colaboram com a construção de novos tempos.

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    Publicado por Luiz Mário de Melo e Silva | 11 de novembro de 2016, 09:16
  4. Parabéns Lúcio!!

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    Publicado por SABINO JUNIOR | 11 de novembro de 2016, 11:44
  5. Coluna Nova, mas as mazelas amazônicas as mesmas.

    E pior, muitas vezes duplicadas.

    Esse assunto sim, mais que qualquer outro, merecia uma reação do estado do Pará.

    Como já disseram, minério só dá uma safra.

    E de Carajás não vai sobrar nem “um retrato na parede”.

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    Publicado por Sou daqui. | 11 de novembro de 2016, 17:35
    • E nem um poeta que absorva e expresse nosso sentimento de perda, de injustiça e de indignação.
      Aliás, onde estão os poetas da Amazônia (viventes ou não na região)? E os intelectuais públicos?
      Bem observado, Sou Daqui.

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      Publicado por Lúcio Flávio Pinto | 11 de novembro de 2016, 17:39
      • Esses que vc cita carregando nas tintas – poetas da Amazônia ? E os intelectuais públicos? – acredito que foram embarcados, faz tempo, em algum comboio pelo Porto da Madeira.

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        Publicado por Sou daqui. | 11 de novembro de 2016, 17:53
      • Quem os importaria?

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        Publicado por Lúcio Flávio Pinto | 11 de novembro de 2016, 18:51
      • O embarque é apenas para sinalizar a ausência, pelo simples fato que com essas denominações (poetas e intelectuais) esses acabaram antes do ferro de Carajás.

        Se eu estiver errado cite algum vivo que mereça.

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        Publicado por Sou daqui. | 11 de novembro de 2016, 23:50
      • Há vários intelectuais paraenses, incluindo poetas, de respeito e importância. Minha reclamação é relativa ao intelectual público, aquele que responde aos sinais, clamores e apelos do seu tempo, como Drummond fez com sua Itabira, não deixando de fazer grande poesia. Há uma crise universal de intelectuais públicos, mas o drama amazônico é tão pungente que o silêncio quase geral dói na fotografia.

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        Publicado por Lúcio Flávio Pinto | 12 de novembro de 2016, 07:17
      • Talvez uma questão ser respondida é se a população prestaria atenção no que o intelectual público diz. Creio que a categoria de intelectual perdeu credibilidade pública pois foi capturada pelos partidos políticos de todas as matizes ideológicas e usada para defender bizarrices indefensáveis.

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        Publicado por José Silva | 13 de novembro de 2016, 23:00
  6. “….Há uma crise universal de intelectuais públicos, mas o drama amazônico é tão pungente que o silêncio quase geral dói na fotografia….”

    Essa poesia e intelectualidade está guardada melhor que Farinha de Bragança no Paneiro com folha de Guarumã.

    Ninguém vê !!!

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    Publicado por Sou daqui. | 12 de novembro de 2016, 12:27

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