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Política

Brasil com febre alta

Eu não compraria um carro usado do ex-ministro da Cultura Marcelo Calero, mas ele prestou um notável serviço à causa pública ao empurrar a pedra Geddel Vieira Lima no dominó de Michel Temer, numa dinâmica que poderia ser definida por um ditado popular: quem for podre que se quebre.

Nessa queda sucessiva de peças que se anuncia, o país pode parar e a república entrar na UTI, mas a febre tem uma função profilática: ela é sinal de infecção. Quanto mais quente a febre, mais grave a infecção. Depois de Lula e Dilma, Temer entra nesse processo.

O Brasil deve proceder ao tratamento do mal com o mesmo rigor e a mesma disposição de punir os responsáveis pelas falcatruas e os danos à nação. Incluindo mais um governo, sem deixar de prestar a devida atenção aos anteriores. O mal vem de longe.

(Voltarei ao tema)

Discussão

2 comentários sobre “Brasil com febre alta

  1. Do Calero também não compraria um carro usado.

    E da turma do Temer, nem um alfinete, mesmo que entregue antes do pagamento. Ver seu atual ministro da Integração Nacional

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    Publicado por Sou daqui. | 26 de novembro de 2016, 15:45
  2. Temer se perdeu. Não poderia ser de outro modo. O partido dele tem metade da podridão da coligação que tanto mal fez ao pais.

    Curtir

    Publicado por Jose Silva | 26 de novembro de 2016, 20:07

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