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Justiça, Minério, Política

Negócio de R$ 1,6 bilhão

A Compensação Financeira pela Exploração de Recursos Minerais rendeu no ano passado quase 1,6 bilhão de reais, dos quais 65% se destinam a municípios de alguns Estados brasileiros. O segundo que mais arrecada, depois de Minas Gerais, é o Pará, também um dos mais visados pela Operação Timóteo, desencadeada hoje de manhã pela Polícia Federal.

Os outros são Goiás, Bahia, Mato Grosso, Paraná, Rio de Janeiro, Rio Grande do Sul, Santa Catarina, Sergipe e Tocantins. O Distrito Federal também entrou na ofensiva por ser a sede do Departamento Nacional de Produção Mineral (DNPM), autarquia federal vinculada ao Ministério de Minas e Energia, que é responsável pela fiscalização da exploração mineral no país.

Um diretor do órgão, Marco Antônio Valadares, e sua esposa, seriam os cabeças do esquema de desvio de dinheiro do royalty. E a Vale, que tem no Pará a sua segunda principal base de operações, uma das mineradoras mais prejudicadas pelo esquema.

Discussão

4 comentários sobre “Negócio de R$ 1,6 bilhão

  1. Será que a Vale foi prejudicada? É impossível para em empresa com o tamanho e poder que ela tem não saber que este tipo de dinheiro estaria sendo desviado…LFP, o que você acha?

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    Publicado por Jose Silva | 16 de dezembro de 2016, 12:51

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