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Justiça, Minério, Política

Prefeito de Parauapebas foragido

O prefeito eleito e diplomado de Parauapebas ainda não tomou posse (pela terceira vez) no cargo e já é foragido da justiça. Ele não foi encontrado, ontem, em Parauapebas, onde a Polícia Federal o procurou para prendê-lo, por ordem do juiz federal do Distrito Federal, Ricardo Augusto Soares Leite. Aparentemente, Lermen era o principal personagem do núcleo político da quadrilha que desviava recursos do royalty da exploração mineral, da qual participaria o filho do governador Simão Jatene, preso ontem mesmo.

Graças ao royalty e à compensação financeira pela extração do minério de ferro de Carajás, Parauapebas cresceu. Chegou a ter o maior PIB dentre os municípios paraense. Com a queda expressiva do preço da commoditie no mercado internacional, a riqueza do município caiu, mas ele ainda é o segundo do Estado. Entre 2006 e 2011, a Vale repassou a Parauapebas, pelas duas contas, 700 milhões de reais.

Foi quando o presidente da empresa, Roger Agnelli, denunciou diretamente à presidente Dilma Rousseff, a pressão de um grupo de servidores públicos e agentes privados sobre a Vale para dela obter vantagens. Aparentemente, a presidente não adotou qualquer providência. Diz-se que na eleição do ano anterior, na qual Ana Júlia Carepa venceu Almir Gabriel na disputa pelo governo estadual, o prefeito de Parauapebas, Darci Lermen, também petista, era o principal agente financeiro da candidatura de Ana Júlia.

Lermen venceu a eleição deste ano já pela sigla do PMDB.

Discussão

9 comentários sobre “Prefeito de Parauapebas foragido

  1. Mais um exemplo da maravilhosa aliança entre o PT e o PMDB para dilapidar os recursos públicos. E ainda tem gente que acredita que os dois estão separados. Tudo jogo de cena para atingir um objetivo comum: escapar da Lava-Jato e assim perpetuar o que nunca deveria ter acontecido.

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    Publicado por José Silva | 17 de dezembro de 2016, 11:09
  2. É uma hipótese. Todavia, seria só essa?

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    Publicado por Luiz Mário de Melo e Silva | 17 de dezembro de 2016, 11:48
  3. “Diz-se que na eleição do ano anterior”

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    Publicado por Luiz Mário de Melo e Silva | 17 de dezembro de 2016, 15:05
  4. “Diz-se que na eleição do ano anterior”….como na foto.

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    Publicado por Luiz Mário de Melo e Silva | 17 de dezembro de 2016, 18:22
  5. Uma vez padrinho, sempre “dindo”!

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    Publicado por Luiz Mário de Melo e Silva | 19 de dezembro de 2016, 23:09

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