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Imprensa

Memória do Cotidiano, volume 9

Há nove anos edito na forma de livro notas, imagens e fotografias da seção Memória do Cotidiano, do Jornal Pessoal. O livro deste ano foi hoje para bancas e livrarias, a R$ 30 o exemplar. É o 8º volume, mas a eles se soma o álbum, no qual – em volume muito maior – reuni os volumes 1 e 2, modificados.

Nessa coleção é possível ter uma história miúda – mas muito longe de irrelevante ou acessória – da história republicana de Belém, do Pará e também, ainda que residualmente, da Amazônia. A periodicidade anual tem sido possível graças ao apoio de Reginaldo e Antonio Carlos Cunha, do cartório Condurú. Eles absorvem uma parte da edição para distribuir os livros como presente de fim de ano a amigos e clientes, apoio sempre bem-vindo.

Espero que o leitor vá atrás e, lendo, goste do livro.

Discussão

7 comentários sobre “Memória do Cotidiano, volume 9

  1. Parabéns aos apoiadores, Sr. Reginaldo e Sr. Antonio Carlos.

    Sempre um bom livro, é tão bem vindo como uma boa agenda, nos acompanha no percurso do ano que se inicia e recebe um cantinho de honra no gabinete, escrivaninha ou biblioteca.

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    Publicado por Thirson Rodrigues de Medina | 28 de dezembro de 2016, 13:07
  2. Lúcio, será que não é chegada a hora de começar a pensar na forma eletrônica de publicação? O Jornal Pessoal, p. ex., já não teria leitores de internet suficientes para pagar pelas tuas publicações aqui no site? Faz as contas. Eu topo pagar para te ler até deitado na cama, pelo celular, esse gigantes que nem um kindler de hoje. E vocês aí, galera? O que acham?

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    Publicado por Frederico Guerreiro | 28 de dezembro de 2016, 16:01
    • Frederico,
      Excelente idéia. Estou cobrando isso do Lúcio já faz um tempo. Ele poderia colocar as publicações dele em pdf em um site e nós poderiamos compra-las online. Poderia ser via Amazon como outro provedor que já possui a estrutura de comercialização já pronta. Creio que o Lúcio precisa somente de um apoio técnico para compreender como essas coisas funcionam.

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      Publicado por Jose Silva | 28 de dezembro de 2016, 18:19
      • Acho que é isso mesmo, José Silva. O JP tem de entrar na era virtual. Em vez de vermos essas campanhas para arrecadar para o JP, dando-lhe um ar de moribundo, não ficaria mais fácil salvá-lo se deixar que o leitor faça sua colaboração comprando acesso aos artigos, como faz a Folha, o Estadão, a Veja e tantos outros? Não precisa de propaganda, como o Lúcio não quer. Quantos dos acessos não pagariam ao menos uns 20 reais por mês para ter ler o conteúdo. Multiplica aí por baixo. Sem contar que os custos com gráfica seriam quase extintos. O Lúcio diz sentir falta dos amigos intelectuais comentando o blog, mas sabemos que leem, muita gente lê, a maioria só não quer se expor. Creio que até gente do exterior ia pagar por cartão de crédito. O mundo das publicações está mudando e o JP não pode ficar de fora. Precisa abrir esse canal para se manter vivo.

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        Publicado por Frederico Guerreiro | 28 de dezembro de 2016, 18:42
      • O JP está tentando. Seu problema é, ao mesmo tempo, sua razão de ser: o seu alter-ego.

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        Publicado por Lúcio Flávio Pinto | 28 de dezembro de 2016, 18:56
      • O Lúcio precisa de um guia de cego – digital e virtual.

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        Publicado por Lúcio Flávio Pinto | 28 de dezembro de 2016, 18:54

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