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Justiça

Eleição no MP

Começa hoje uma nova etapa na história do Ministério Público do Estado do Pará. Neste momento se inicia um debate da categoria com os candidatos ao cargo de Procurador-Geral de Justiça do Estado. Pela primeira vez, os procuradores, que constituem o topo da carreira, estarão de fora da disputa. Todos os candidatos ao posto são promotores de justiça.

É que com a mudança das regras, do colégio eleitoral passaram a ser admitidos como elegíveis os promotores. Como constituem 90% do quadro de integrantes do MPE, se não contarem com muita penetração na base da instituição, nenhum procurador poderá ocupar a chefia do órgão. É a situação atual.

Do debate vão participar os candidatos  Acenildo Botelho, César Mattar Jr., Gilberto Valente, Hamilton Salame e Jacirema Cunha. Inscritos para as eleições do dia 10 de março, eles foram convidados pela associação de classe para expor suas propostas e possibilitar a discussão de propostas com os membros do Ministério Público.

O debate é na sede social da Ampep, com mediação do presidente Manoel Murrieta, sendo dividido em 3 partes. Há transmissão on-line pelo site da associação, com possibilidade de envio de perguntas.

Bem que a sociedade podia participar.

Discussão

2 comentários sobre “Eleição no MP

  1. Nào seria mais fácil fazer um comitê externo para avaliar os candidatos com base em critérios méritocráticos e assim indicar o melhor candiodato(a) para nomeação? Neste processo, o debate seria mais um dos vários elementos que o comitê usaria para selecionar o melhor.

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    Publicado por Jose Silva | 6 de março de 2017, 15:44
  2. Que o candidato eleito realmente traga para o MP uma outra dimensão na forma de atuar. Cerca de três anos atrás, creio, um jovem de 16 anos morreu em Icoaraci, cavando um poço de água para a casa de sua avó, porque esta não contava com água encanada. No século XXI, com todas as tecnologias e modernidades disponíveis, o sujeito morre porque não dispõe de um serviço público mais do que básico. Onde estava o MP, a OAB, e eu mesmo como advogado, para afrontar essa situação absurda? Chega de dar ordens dentro de gabinetes refrigerados, sem qualquer repercussão no mundo dos fatos.

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    Publicado por ARLINDO OCTÁVIO DE CARVALHO NETO | 7 de março de 2017, 16:39

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