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Economia

A gangorra da indústria

Em 12 meses, indústria brasileira acumulou recuo de 4.8% em um ano até fevereiro, mas com redução do ritmo da queda, iniciado, quando o acumulado em um ano bateu nos píncaros: 9,7%. Em 14 dos 15 locais pesquisados em fevereiro, as taxas foram negativas, com recuo de 4,8%, mas em 11 Estados houve melhor desempenho em relação aos índices do mês anterior.

Os principais recuperações entre janeiro e fevereiro de 2017 foram registrados por Amazonas (de -7,8% para -5,4%), Pernambuco (de -5,5% para -3,4%), Espírito Santo (de -16,0% para -14,9%), Minas Gerais (de -4,5% para -3,5%), Paraná (de -3,2% para -2,3%), São Paulo (de -4,2% para -3,4%) e Mato Grosso (de -0,4% para -2,7%).

O Pará ficou em oitavo lugar (de 9,4% para 8,0%), por ter apresentado o segundo pior resultado negativo em fevereiro (- 4,1%), depois de aumento no mês anterior, abaixo apenas de Pernambuco (-7,8%).

Discussão

2 comentários sobre “A gangorra da indústria

  1. Qual a nossa indústria? A de fabricar e nutrir corruptos? Se reduziu a produção, então a notícia é muito boa.

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    Publicado por Jose Silva | 11 de abril de 2017, 15:23
  2. Aprendi que indústria é o local que transforma matéria prima em produto acabado. Atualmente, chamam extração mineral de indústria. Nem este reforço simbiótico salva a indústria paraense.

    Curtir

    Publicado por Pedro Pinto | 11 de abril de 2017, 17:08

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