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Cultura

Paulo e Maciste: uma obra de arte

Paulo Vieira e Maciste Costa criaram – talvez – o mais belo livro infantojuvenil já publicado no Pará, Pablo no mundo das nuvens. O texto de Paulo é uma poesia encantada, pela qual qualquer adulto sensível se sentirá atraído. Tem linguagem muito bem tratada e a pureza sem limites da criança, num conjunto precioso. A arte de Maciste se combina perfeitamente com a história, dando-lhe o suporte para a imaginação.

Paulo Vieira lançou ontem o livro, que recebeu o prêmio Dalcídio Jurandir de 2015 da Fundação Cultural do Pará. Contrasta, por sua qualidade, com as obras puramente comerciais que infestam a Feira do Livro como ervas daninhas de consumo fácil e nada além disso. Merece ser lido por todos.

Discussão

6 comentários sobre “Paulo e Maciste: uma obra de arte

  1. Que legal. Como é o nome do livro, Lúcio? Tenho verdadeira adoração por livros infanto-juvenis. Até hoje me correspondo com a Lygia Bojunga Nunes, autora da Bolsa Amarela que era leitura indicada na época em que estudei no NPI. Se não esses universos não me fossem apresentados na infância eu, certamente, jamais teria me tornado escritora.
    Abraços

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    Publicado por Paloma Franca Amorim | 1 de junho de 2017, 12:00
  2. Muito bom, é bom saber destes livros. Gostaria de indicar um belo livro lançado na Feira também.
    A Belém das Mulheres de Juliana Dias, lançado pela IOEPA. Juliana é formada em jornalismo e foi ganhadora do premio de melhor Trabalho de Conclusão de Curso da Universidade da Amazônia de 2015. Organizando seu trabalho para lançamento de seu livro agora lançado. A autora acha importante o enfoque no ponto de vista das mulheres além e falar da na cultura regional.
    O livro conta a historia de 16 mulheres diferentes em 15 cronicas diferentes. Com simplicidade das pequenas e belas cronicas que falam das mulheres e da cidade. Nada de extraordinário, apenas o banal, como nas antigas cronicas, a beleza das coisas comuns, do dia a dia, que passamos e não vemos. O regional na linguagem, expressões da fala, transcritas nos textos, e dos cenários, da nossa tipicidade urbana.
    Acho que vale a folheada para desestressar, se divertir e encantar.

    Curtido por 1 pessoa

    Publicado por Fabrício | 1 de junho de 2017, 13:21
  3. Querido Lúcio, já de volta a Altamira, que eu não chamaria violenta, mas, violentada!, desrespeitada em sua beleza e natureza, maltratada!… de volta à beira do Xingu, depois de lançar o livro em Belém… eu, de repente, leio sua bela opinião sobre “Pablo no mundo das nuvens”, leio cheio de alegria. Obrigado pelo carinho dedicado ao livro Pablo…, vou mostrar o texto ao Maciste Costa, o meu amigo sensível e talentoso! Uma correção apenas: o ano do prêmio é “2015”, e está no texto, “1975”.

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    Publicado por Paulo Vieira | 5 de junho de 2017, 21:19

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