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Energia, Estrangeiros, Grandes Projetos, Hidrelétricas, Multinacionais

O paquiderme

Em fevereiro do próximo ano a hidrelétrica e Belo Monte, no rio Xingu, estará em condições de gerar 5,5 mil megawatts através de 9 maquinas. Será metade da sua potência total, que, quando alcançada, a tornará a quarta maior hidrelétrica do mundo. Nesse mês a usina deveria ser conectada a uma linha de transmissão de mais de dois mil quilômetros, até São Paulo. A obra está em andamento, mas há trechos que nem foram iniciados.

Eles estavam confiados à espanhola Abengoa, que quebrou financeiramente. Se o atraso não for superado, Belo Monte poderá sofrer prejuízo de 1,5 bilhão de reais em 2018. O dinheiro – todos sabem – terá que ser  bancado pela solução de sempre: tarifa mais alta a ser paga pelo consumidor. O paquiderme levantado no Xingu ficará ainda maior.

Enquanto isso, os chineses atuam sobre a infraestrutura logística do Brasil como aquele velho jogo de videogame, o Pac-Man. Estão engolindo tudo.

Discussão

2 comentários sobre “O paquiderme

  1. Está usina deveria mudar o nome para Dilma Rouseff, para que as pessoas se lembrem bem da verdadeira mãe do paquiderme.

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    Publicado por Jose Silva | 22 de junho de 2017, 23:21
  2. é o que se espera de governos incompetentes

    Curtir

    Publicado por Alexandre da silva moraes | 26 de junho de 2017, 21:12

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