//
você está lendo...
Cultura

O eu supremo

Além de pagar 40 mil reais pelo show de Arnaldo Antunes, a Secretaria de Cultura do Estado pagou 11 mil reais pela palestra de Eduardo Dutra Villa-Lobos na XXI Feira Pan-Amazônica do Livro.

Como é a definição desses valores? Há um órgão colegiado do setor, o Conselho Estadual de Cultura. Ele foi ouvido ou é decisão monocrática do secretário Paulo Roberto Chaves Fernandes?

Vários milhões de reais do caixa do tesouro estadual são sacados com uma generosidade incompatível com as exigências da gestão de dinheiro público, incluindo a devida explicação ao público externo sobre as razões da aplicação da verba, distribuída a rodo aos escolhidos por um séquito exclusivista.

O Estado não é empresário de shows nem mesmo de cultura particularista. Ou é assim e vai continuar assim na província do Grão-Pará?

Discussão

2 comentários sobre “O eu supremo

  1. O Estado Jatene. Até secreraria exclusiva pra filha criou.

    Curtir

    Publicado por Jonathan | 27 de julho de 2017, 12:20
  2. O Poste paroleiro criado pelo Dr Gabriel. O Doutor Frankenstein foi mais feliz com sua criação.

    Curtir

    Publicado por JAB Viana | 27 de julho de 2017, 23:51

Deixe um comentário

Preencha os seus dados abaixo ou clique em um ícone para log in:

Logotipo do WordPress.com

Você está comentando utilizando sua conta WordPress.com. Sair / Alterar )

Imagem do Twitter

Você está comentando utilizando sua conta Twitter. Sair / Alterar )

Foto do Facebook

Você está comentando utilizando sua conta Facebook. Sair / Alterar )

Foto do Google+

Você está comentando utilizando sua conta Google+. Sair / Alterar )

Conectando a %s

%d blogueiros gostam disto: