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Imprensa

Interdito proibitório

No seu artigo de hoje, em O Liberal, João Carlos Pereira informa que Bernardino Santos foi quem sugeriu a Edwaldo Martins o título da sua primeira coluna social, Alegria Alegria, em A Província do Pará. Não é verdade. O autor da ideia fui eu, inspirado na famosa composição homônima de Caetano Veloso, no auge do Tropicalismo.

Aliás, fui padrinho, sem exceção, de todas as colunas de Edwaldo, incluindo os títulos de seções. E fui o seu primeiro interino, substituindo-o quando ele viajava, até mudar de domicílio para São Paulo. Mesmo de lá, continuei a ser consultado. Foi uma amizade de 40 anos (ele era 10 anos mais velho do que eu), sem um único arranhão.

A dificuldade para escrever uma história verdadeira da imprensa contemporânea em O Liberal está no veto a qualquer referência a mim. Citações esporádicas custaram caro a quem cometeu o erro, quase sempre involuntário. Entendo e aceito a omissão, mas não a inverdade. Aí, ao invés de simples exclusão do nome, passa a ser deturpação da história. Deixar passar a burla é trair o compromisso com a verdade.

Discussão

4 comentários sobre “Interdito proibitório

  1. Acho que está na hora de você escrever um livro sobre a história da imprensa escrita no Pará, com dicas para estusantes que querem seguir a carreira de jornalismo investigativo.

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    Publicado por Jose Silva | 30 de novembro de 2017, 10:52
  2. Excelente ideia! Isso aí LFP, deturpação recheada de inverdades, jamais!

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    Publicado por Amélia A. de Oliveira | 30 de novembro de 2017, 14:38

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