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Cidades

Passarela de volta

Das seis passarelas que há nos 16 quilômetros iniciais da BR-316 a partir de Belém, uma delas, a do km 3, foi substituída e começou a ser usada ontem. A entrega foi antes do prazo inicialmente anunciado pela Secretaria de Transporte do Estado, agora responsável por esse trecho da rodovia.

Mas para a adoção dessa providência, foi preciso que a estrutura de aço fosse condenada pelos Bombeiros, depois que parte dela se desprendeu da estrutura metálica, e o conjunto todo ameaçasse desabar. A nova pote, projetada para evitar a corrosão, custou 545 mil reais.

O aluguel do guindaste que sustentou a peça condenada até sua substituição, mais R$ 45 mil. Ainda faltam obras complementares nas escadas de acesso para o conjunto ficar rejuvenescido e der mais confiança aos seus milhares de usuários de todos os dias.

Agora a Setran espera os relatórios sobre as demais passarelas para continuar a sua ação nessa que é a estrada de mais intenso tráfego do Estado – e uma das mais maltratadas.

Discussão

Um comentário sobre “Passarela de volta

  1. É a velha história do barato que sai caro. Com prevenção e manutenção periódica, a passarela poderia ter tido uma vida útil maior e a sua substituição poderia ter custado menos. Como o dinheiro público jorra em abundância de alguma fonte sagrada e inesgotável, quem se importa com isso? O único que saiu ganhando foi o dono do guindaste, que ganhou 45 mil inesperados…

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    Publicado por Jose Silva | 9 de fevereiro de 2018, 10:53

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