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Economia, Política, Trabalho

Sombra sobre a eleição

Das 48,5 milhões de pessoas com idades entre 15 e 29 anos, 23% (11,2 milhões de cidadãos) não estavam ocupadas, não estavam estudando nem se qualificando para ingressar no mercado de trabalho, no ano passado. Em 2016, esse percentual era de 21,8% (10,5 milhões de pessoas). O aumento, portanto, foi de 5,9%. O que significa que mais 620 mil pessoas entraram nessa condição no intervalo de um ano.

É um dado assustador, que não é destacado diante da – bem mais divulgada – taxa de desemprego medida pela PNAD contínua. Essa taxa, que era de 11,3% no trimestre encerrado em junho de 2016, subiu para 12,9% no trimestre encerrado em abril de 2018, aumentando 14,16% no período.

Os empregados com carteira de trabalho assinada somavam 32,7 milhões no trimestre encerrado em janeiro deste ano, queda de 1,7% em relação ao trimestre anterior, ou menos 567 mil pessoas nesse universo.

No primeiro trimestre deste ano, a taxa de subutilização da força de trabalho (com desocupados, subocupados por insuficiência de horas e força de trabalho potencial) cresceu para 24,7%, abrangendo 27,7 milhões de pessoas. É a maior taxa de subutilização na série histórica da PNAD Contínua, iniciada em 2012. O contingente de subutilizados também é o maior da série histórica.

Estes números deverão ter outro tipo de tradução na eleição de outubro. É a maior advertência aos que querem bons resultados da manifestação popular. Ou ameaça.

Discussão

25 comentários sobre “Sombra sobre a eleição

  1. Lúcio,

    Estas pessoas todas estão fora do mercado formal de trabalho, mas certamente estão trabalhando no mercado informal. As cidades brasileiras se transformaram em grandes mercados abertos, onde todo mundo vende alguma coisa, desde o corpo até drogas ilícitas. Estamos parecendo aqueles países africanos mergulhados na miséria. O nível da informalidade econômica deve ter atingido os seus patamares mais altos na história do país durante todo este processo de degradação social causado pela coligação PT-PMDB.

    Esta situação social pode ter dois impactos sobre a política brasileira. Se este grupo resolver votar e mandar para a casa os políticos que nos deixaram assim, existe uma possibilidade de melhora rápida do cenário nacional. Entretanto, se este grupo votar nos mesmos que ao estão ou decidir não votar, então a tendência do Brasil é piorar cada vez mais. Espero que o bom senso prevaleça.

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    Publicado por José Silva | 22 de junho de 2018, 18:31
  2. Subutilização de quê? De uma força de trabalho desqualificada, que na verdade não tem utilidade nenhuma? Ainda que o país resolvesse mudar de rumo e adotasse medidas liberais para a geração de empregos formais, onde vai conseguir mão de obra qualificada? O país vai seguir derramando bilhões numa educação comprovadamente falida. Os professores vão continuar fazendo greve e reclamando por mais dinheiro para sustentar um sistema que eles próprios ajudaram a falir, e muito pouco surtirá efeito, pois a educação, principalmente a de base, não se presta a dar suporte a crescimento econômico nenhum. Na verdade ela é a causa do fracasso brasileiro, seu maior entrave.

    Por outro lado, os candidatos falam muito em segurança pública, em saúde, transporte, mas ficam mesmo só no genérico. Pois compreensão do tamanho do problema nenhum tem. Dizer que vai gerar emprego é fácil; quero ver dizer como é que vai fazer isso, qual é a política que o novo governante vai adotar para cumprir com o prometido. Se começar a dizer que vai reduzir gastos, cortas verba de ministério, extinguir ministérios em si, reduzir a carga tributária, reduzir vencimentos de servidores, demitir etc., duvido que vá conseguir voto com um discurso realista como esse. Impossível! No Brasil as eleições se decidem pela qualidade das mentiras, não pela assunção da verdade. Ganha quem mentir mais. Certamente não para mim, e talvez também não para você que tem computador e sabe muito bem ler. Mas para os pobres coitados condenados à própria prisão mental resultante de um sistema público de educação e cultural manipuladores ao extremo… É a massa, é quem eleva ao poder pelo voto. É quem se presta a votar em rematados ladrões e patifes de toda ordem, que elegem e se reelegem com uma facilidade estupefaciente.

    A força política dos grupos dominadores do estamento burocrático é monumental e decisiva. Aliados aos interesse dos grupos de comunicação e mídia, que NÃO QUEREM GRANDES MUDANÇAS, se tornam imbatíveis! O Brasil é prisioneiro de si mesmo.

    Eu, se estivesse na condição de analfabeto funcional, lascado na vida, sem a menor capacidade de compreender as causas da minha própria pobreza, ia querer mesmo é um candidato que propusesse mais formas de assistência, o caminho mais fácil para se conseguir algum sustento por conta do governo, sob patrocínio de todos. Pouco me importariam as mesma promessas de sempre, desde que não se me reduzam as possibilidades de algum privilégio estatal, desde que nunca falte dinheiro para meus privilégios de miserável, pois a mentalidade de que o estado é uma fonte inesgotável de recursos, uma espécie de ente físico de barbas brancas a prover necessidades de quem as declare, é pensamento dominante desde a primeira infância. O sujeito já nasce na frente de uma tevê ouvindo dizerem que o Estado é culpado de tudo, mas que mesmo assim se precisa de… mais Estado para resolver os problemas que ele próprio causou. Mas quem é o Estado? Isso pouco importa…

    Não tenho mais esperanças de ver meu país desenvolvido como poderia ser, com mais ordem, com mais gente educada, com alguma cultura que indicasse uma mínima compreensão de que o mal comportamento se volta de alguma forma contra nós mesmos. De viver com mais segurança, sem medo de andar nas ruas porque alguém pode querer me matar para roubar-me a carteira ou o celular. Com mais liberdade para que eu mesmo construa meu futuro, sem ter que precisar da ajuda de ninguém, nem sustentar ninguém, direta ou indiretamente. Chega de assumir responsabilidades pelos outros. Chega de ilusão.

    O Brasil nunca será um país desenvolvido. Não tem povo para isso. Tem força de trabalho gigantesca, mas não tem força para gerar riqueza de verdade porque não a entende, não consegue compreender o que precisa para ser livre, ganhar dinheiro e parar de ficar dependente da ajuda dos outros.

    Nas próximas eleições, meu voto é nulo.

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    Publicado por Rosa Carla | 22 de junho de 2018, 20:00
  3. sinto demais pela minha espécie, mas dentro do capitalismo não há solução para as misérias da humanidade, meu caro jornalista!

    e um fraterno abraço, com saudade admiração e respeito, guerreiro!

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    Publicado por felipe puxirum | 22 de junho de 2018, 21:01
  4. O legado dos cinco mandatos do PSDB no governo do Pará:
    * O pior índice nacional de satisfação com o SUS;
    * O pior índice nacional de rendimento e merenda escolar;
    * O maior índice de violência e mortes por homicídios em 2016 (Belém) com enormes chances de bater o tricampeonato (2017 e 2018);
    * A cidade com o pior IDH do Brasil (Melgaço) e outras dezenas do interior com IDHs africanos;
    O quadro se completa com escolas deterioradas; falta de oportunidades de educação profissionalizante; pirataria e acidentes fluviais batendo recordes históricos; recrudescimento de endemias; abandono da macrodrenagem do Tucunduba; etc.
    Pensa que Helder vai fazer diferente?
    Na capital Belém, obras faraônicas ao custo de centenas de milhões de dólares foram abandonadas (como a orla) ou se arrastam por décadas (como o BRT, o saneamento da estrada nova e a duplicação da João Paulo), certamente porque a paralisação e retomada destas vem sempre acompanhada de generosos aditamentos no valor contratado. E que se dane o povo.
    Eu estou enojado com a política no Pará e no Brasil. Não acredito em nenhum partido. Felizmente parece que não aceitaram no STF o mais novo recurso do Lula, que atolado no maior esquema de roubalheira da república, ainda tem o cinismo de se passar por uma “idéia” para o Brasil.
    Voto nulo!

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    Publicado por J.Jorge | 23 de junho de 2018, 08:37
    • Muito bem dito, J. Jorge. É o resultado PSDB, que detém o monopólio político no estado, virou o próprio estado, o PSDB é o estado.

      E qual a alternativa se em todos as eleições após o regime militar estamos escolhendo entre os dois lados de uma mesma moeda?

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      Publicado por Rosa Carla | 23 de junho de 2018, 09:21
    • Em tempo gostaria de fazer mais um registro: ao ler os jornais de hoje, tomei conhecimento de que piratas levaram a lancha do SAMU em Cutijuba. Está proibido alguém passar mal na ilha. Na saúde mais um fracasso: a vacinação contra gripe não bateu a meta.

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      Publicado por J.Jorge | 23 de junho de 2018, 10:16
  5. O jornalismo da TV Liberal conferiu ontem mais um caso de demanda de serviços de saúde reprimida por motivo fútil: o jogo da seleção. Dezenas de veículos oriundos do interior, diga-se com atendimento previamente agendado para ontem, chegaram às unidades de referência da SESPA e nos hospitais do estado e “bateram com a cara na parede”; no H.Ofir Loiola e na H. Santa Casa nenhum médico estava disponível.
    O fluxo de pacientes do interior configura uma demanda que segundo o SUS deveria ser bem menor, restrita a casos de média e alta complexidade, o que representa a mediação (pactuada) do governo estadual em primeiro plano, e das cidades-pólo em segundo. Uma mulher do interior que vem parir na Santa Casa e retorna feliz da vida com o bebê saudável no colo 4 dias depois, não foi atendida no seu município de origem porque quem repassa o dinheiro do SUS não está cobrando do prefeito municipal o serviço dele; ou por outra: acoberta a omissão municipal em troca de votos.

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    Publicado por J.Jorge | 23 de junho de 2018, 10:10
  6. Voto nulo significa manter as coisas do jeito que estão, pois as eleições majoritárias serão decididas de qualquer forma pelos votos válidos, mesmo que seja somente os dos candidatos. Para quem já perdeu a esperança e quer protestar, pode ser mesmo uma boa atitude. Entretanto, do ponto de vista pragmático, como o próprio nome diz, o voto nulo significa nenhuma mudança ou uma mudança para pior.

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    Publicado por José Silva | 23 de junho de 2018, 19:33
    • Você não entendeu. Não é atitude de protesto. Se não é possível escolher em quem votar, a escolha só pode ser entre votar ou não votar.

      Que diferença faz votar em A ou B se são os lados de uma mesma moeda? Que diferença faz votar quando não há escolha entre as alternativas? Se não há o remédio de que preciso, por que tenho de escolher algum só por estar dentro de uma farmácia? Porque é isso que o Brasil vem fazendo há décadas. Ao contrário do que você disse, voto nulo é recusa a assumir responsabilidades por ajudar a manter as coisas do jeito que estão. Anularei o voto porque, se tiver de escolher entre as alternativas com chances reais, ele serviria apenas para manter as coisas do jeito que estão, como vem acontecendo há décadas.

      O problema está bem acima do voto na urna. É de raiz. É de mentalidade. Está na moldagem da democracia e processo eleitoral pelos grupos de poder político e econômico, para que se mitigue a escolha, para que você seja compelido a escolher entre os “dois lados de uma mesma moeda”, para que não tenha “ponto fora da curva”. O monopólio ideológico da esquerda sobre o processo político e social incinerou qualquer chance de mudança no Brasil, como quase aconteceu com os EUA. Mas aqui se torna mais grave porque somos pobres materialmente e intelectualmente, povo manipulado por um jornalismo de grande mídia vergonhoso, que perde credibilidade apenas para os poucos que podem escolher vir aqui no blog do Lúcio ficar mais bem informado em poucos assuntos, que ler por inteiro os vinte maiores jornais do país sobre todos os assuntos. Em algumas vezes, você aprende mais com um único artigo do Lúcio que se lesse a Folha de S. Paulo inteira e suas “fake news”. Do jornais do Pará, então, nem se diga… E é claro que se precisa de alguma bagagem cultural para fazer essa filtragem, a maior desigualdade brasileira. E povão idiotizado pela mídia é povão manipulado, o que resulta num processo de oferta eleitoral de acordo com o tipo da demanda.

      Donde se pode intuir que escolher, só p. ex., entre Lula ou Marina significaria mudança? A comparação a ser feita não é a do resultado da culpa apurada no presente, mas de resultados futuros, da capacidade de projetar os resultados das ideias no futuro de longo prazo, analisando as probabilidades de acordo com a história, com o passado, compreendendo as CAUSAS da pobreza e da riqueza, que é o que no fundo interessa.

      No Brasil a via é única de um caminho político-ideológico que domina as estruturas de poder político, de modo que, no mercado do voto, se dificulte ao máximo a alternância ou estabelecimento de uma nova mentalidade, de uma nova corrente de pensamento. O processo democrático é formatado não em função da vontade do cidadão, mas para mantê-lo na escuridão, sob o domínio de uma oferta única, passando uma aparência falsa de liberdade de escolha. Por isso não me resta alternativa ao voto nulo.

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      Publicado por Rosa Carla | 24 de junho de 2018, 15:31
      • Creio que você está se colocando como uma agente passiva do processo democrático. Se você identificou o problema e a solução, então o próximo passo seria convencer os outros que a sua solução é melhor e mais factível que as outras, seja apoiando um candidato que compartilhe as suas ideias, seja se lançando candidata para conseguir o apoio dos outros às suas ideias.

        O importante neste processo é avançar soluções para os problemas nacionais. Não se pode esperar candidatos remédios, pois eles não existem. Ao se colocar como uma consumidora passiva do mercado político, você acaba se portando igual aos quem você critica, ou seja, aquelas pessoas que ficam à espera do estado grande resolver todos os problemas.

        Como em qualquer atividade humana, a política precisa de empreendedores políticos, ou seja, aqueles que vão tentar resolver os problemas nacionais. Tem muita gente nova se candidatando, cobrindo todas as posições ideológicas. Alguns podem ser bons, outros nem tanto, mas é somente colocando eles (ou elas) no poder é que saberemos se a mudança funcionará. É por meio do processo de tentativa e erro que se chega a soluções duradouras.

        O que sabemos é que já testamos alguns grupos políticos nas últimas décadas e eles fracassaram. Eles querem continuar. Possuem prestígio e controlam recursos. Farão tudo para permanecer. Mandar estes grupos para casa requer trabalho, muito trabalho e energia. Se nesta eleição, optarmos pelo voto nulo, os grupos que você tanto despreza permanecerão no poder e nenhuma mudança será possível. Desta forma, acredito ainda que é melhor votar em gente nova do que votar nulo e assim assim contribuir indiretamente para a manutenção do status quo. Prefiro arriscar do que lavar as minhas mãos. No Estados Unidos, muitas pessoas lavaram as mãos e agora estão tendo que aturar o que não queriam. A omissão sempre tem um preço. Às vezes, este preço pode ser muito alto.

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        Publicado por José Silva | 25 de junho de 2018, 01:33
  7. Democracia direta com soberania popular: abstenção total, já!

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    Publicado por Luiz Mário | 23 de junho de 2018, 21:19
  8. Acho que falta projeto de estado para este país, acho as capitais brasileiras muito cheias e abarrotadas de pessoas, coisas, carros e sei lá mais o que. Nas cidades do interior ainda existe um certo espaço para um desenvolvimento mais bem planejado. Abraço

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    Publicado por thiago donza | 24 de junho de 2018, 06:46
  9. Gostaria muito de concordar com o Thiago Donza pois sou de Belém porém moro há muitos anos no interior onde realmente há espaço para desenvolvimento. Mas só o espaço. Não há qualquer indício de planejamento e o povo é o mesmo já citado por Rosa Carla: não tem força para gerar riqueza de verdade porque não a entende, não consegue compreender o que precisa para ser livre…
    De vez em quando ao assistir algum filme mostrando o verdadeiro significado de honra, dignidade ou mesmo cidadania, bate uma angústia advinda da certeza de saber que para poder respirar o ar que contenha alguma quantidade dessas virtudes básicas para a sobrevivência, será preciso apelar para meu velho e saudável espírito migratório. E é exatamente o que está nos meus planos atuais.

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    Publicado por Fernando | 24 de junho de 2018, 10:19
  10. cara rosa carla, (com a minha gratidão e completo respeito) é só deixarmos de explorar uns aos outros, como no capitalismo acontece, ou estou mentindo?

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    Publicado por felipe puxirum | 26 de junho de 2018, 17:09
    • Bom mesmo é no socialismo, que ninguém explora ninguém e todo mundo vive numa nice, né mesmo? Droga de capitalismo que veio só estragar com a vida da gente, né garoto?
      Claro que você não está mentindo. Você é genuíno.

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      Publicado por Rosa Carla | 26 de junho de 2018, 20:05
  11. cara carla rosa, não faço defesa do que eu não conheço, como a experiência do socialismo, assim também como o que me deram a conhecer, o capitalismo, sei muito bem porque não quero: então, uma alternativa aos dois modelos, estar por ser construída, mas sinceramente, não vejo gente para tal construção neste estado de coisas chamado brasil, por falta de grandeza, sobrepujando entre nós, as misérias porque lamento… as misérias da nossa espécie que é a pior entre as demais!

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    Publicado por felipe puxirum | 27 de junho de 2018, 11:07
  12. nem o socialismo que eu não posso defender, por que não conheci, nem o capitalismo que já conheço, eu quero, pelos mesmo motivos que me fazem lamentar pela minha espécie!

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    Publicado por felipe puxirum | 28 de junho de 2018, 09:49
  13. com todas as boas!
    perguntar não ofende: porque tiraram (censuraram) deste espaço o comentário que postei antes deste último, quando respondia-dialogava com a rosa carla?

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    Publicado por felipe puxirum | 3 de julho de 2018, 19:16
    • Este blog não tem moderação. Todos os comentários passam diretamente, exceto se for spam ou assemelhado. Já reparou no número de ofensas contra mim que saíram aqui e foram respondidas com civilidade? Portanto, ou seu comentário saiu e você não percebeu ou foi confundido com spam, o que verificarei agora. Mas você pode reenviá-lo imediatamente para testar.

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      Publicado por Lúcio Flávio Pinto | 4 de julho de 2018, 09:40
  14. entendido e compreendido, caro mestre das boas maneiras – tanto as interpessoais, quanto as políticas – ficando eu agradecido pela atenção com respeito firmeza e transparência, que é isso o que nos faz qualificar (ou, como você lembrou, civilizar o debate e as relações humanas), acima de qualquer desaviso sequela ou confusão!

    e uma boa noite cabana, com a mesma atenção reciprocidade e admiração!

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    Publicado por felipe puxirum | 4 de julho de 2018, 19:01

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