//
você está lendo...
Política

A aposentadoria do candidato

O promotor militar estadual Armando Brasil Teixeira denunciou à justiça o deputado Márcio Miranda, do DEM, candidato ao governo do Pará, de receber, “de maneira indevida”, mais de 1,5 milhão de reais de aposentadoria pela Polícia Militar. Alegou que o parlamentar, apoiado pelo governador Simão Jatene, do PSDB, não cumpriu o prazo legal para ter direito ao benefício.

Miranda ganhou a aposentadoria em 1998, quando ainda não completara 10 anos de serviço público. O ex-presidente do legislativo paraense se afastou da PM para concorrer ao mandato de deputado estadual.

Até essa data, a acusação e a defesa coincidem. A divergência começa em 1998. Para se tornar elegível, ele foi agregado, se afastando dos serviço ativo. Concorreu, mas não se elegeu. na suplência. Só assumiu o mandato em 2002, quando passou para a reserva, tudo dentro da lei, segundo o deputado, em nota que enviou ao blog Ver-o-Fato, do jornalista Carlos Mendes.

Assim, ele computa mais de 17 anos de contribuição, “somando os 9 anos e 10 meses atuando na Polícia Militar e 7 anos e 11 meses de contribuição para a Previdência”. Esse tempo “foi averbado, ou seja, somado de forma legal mediante apresentação de documentos e comprovação, como acontece com qualquer servidor público”, disse o candidato.

Ele poderia esclarecer o efeito legal de ter permanecido agregado durante quatro anos, em que foi suplente de deputado estadual. Por não ter assumido o cargo, não deveria ter sido revertido ao serviço ativo? Como foi a sua contribuição previdenciária durante esse período?

A opinião pública agradeceria pelas informações para discernir o que tem de político na questão e o que é exigência do dever legal.

Discussão

Um comentário sobre “A aposentadoria do candidato

  1. Somente 10 anos de serviço público para se aposentar? Ontem no debate presidencial todo mundo queria mostrar que não recebia nenhuma aposentadoria imoral. Aqui em terras paroaras, parece que a onda não chegou.

    De qualquer forma, segundo o nossdo analista-mor Fabrício, o poste desta vez não terá vez. Tudo já está decidido e o Pará, de forma terna, barbalhará ao som do siriá.

    É realmente esta a parte que nos cabe neste latinfúndio?

    Curtir

    Publicado por Jose Silva | 10 de agosto de 2018, 19:31

Deixe um comentário

Preencha os seus dados abaixo ou clique em um ícone para log in:

Logotipo do WordPress.com

Você está comentando utilizando sua conta WordPress.com. Sair /  Alterar )

Foto do Google+

Você está comentando utilizando sua conta Google+. Sair /  Alterar )

Imagem do Twitter

Você está comentando utilizando sua conta Twitter. Sair /  Alterar )

Foto do Facebook

Você está comentando utilizando sua conta Facebook. Sair /  Alterar )

Conectando a %s

%d blogueiros gostam disto: