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Imprensa

Chega! Basta! Fora!

Criei este blog para que, na algaravia do absurdo a que costuma se reduzir essa fantástica rede mundial de computadores, tivéssemos um espaço dedicado ao cultivo da verdade, a partir da demonstração do que cada um diz através da apresentação dos fatos, o elemento que preserva o primado da inteligência entre os opostos e os antagônicos. Confiando no compromisso dos leitores com essa diretriz editorial, jamais exerci a moderação de comentários. Eles saem tal qual chegam.

Ao dar plena liberdade de expressão aos frequentadores deste espaço, aceitei ser criticado. Procuro responder às críticas com urbanidade, civilidade e empenhado em aumentar meu próprio conhecimento, pelo diálogo, e dos que nos acompanham. Escrevi um terço dos comentários aqui publicados justamente para não deixar meu leitor sem resposta, por respeito ao seu direito de não ser ignorado.

Ultimamente, boa parte do debate se reduziu a agressões pessoais infames e vergonhosas, nivelando-se por baixo no mundo da internet. Alguns dos gladiadores do verbo me acusam de ter criado um fantoche, na figura de José da Silva, cidadão de carne e osso, com formação acadêmica e identidade real. Por que eu precisaria de pseudônimo,  se enfrento todos os contenciosos, litígios, controvérsias e ataques diretamente? Se jamais me escondi,. assinando matérias, assumindo iniciativas editoriais e enfrentando o poder mesmo durante a ditadura militar?

As coleções de A Província do Pará, Realidade, Veja, O Estado de S. Paulo, Diário de S. Paulo, Diário da Noite, Opinião, O Nacional, O Liberal e várias outras publicações nas quais escrevi estão aí para os Tomés que quiserem checar o que digo. Fui processado na justiça (inclusive militar), fui ameado de morte e agredido fisicamente por textos que assinei. Nunca me intimidei. Prossegui após cada agressão.

Não vou entrar nessa polêmica vil e ultrajante que invadiu este blog. Também não vou censurar ninguém, o que jamais fiz, mesmo quando uma pessoa, como Hélio Gueiros, me escreveu uma carta com dezenas de palavrões ofensivos, em 1991. Se não conseguir manter a linha editorial deste blog, voltado para o bem coletivo e o esclarecimento dos fatos, na busca pela verdade, vou modificá-lo ou extingui-lo. Pago um alto preço por mantê-lo há quase cinco anos, com mais de cinco mil postagens. Quem aposta na irracionalidade e na agressão bestial não há de conspurcar e enlamear o jornalismo que pratico há mais de meio século.

Discussão

Um comentário sobre “Chega! Basta! Fora!

  1. Continue firme, Flávio, mantenha-nos bem informados. Nós agradecemos.

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    Publicado por Abdon | 18 de maio de 2019, 14:22

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