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Economia, Estrangeiros, Minério, Multinacionais

MRN lucra menos, mas investe

A Mineração Rio do Norte vendeu, no ano passado, 11% menos bauxita do que em 2017. A redução, para 14,5 milhões de toneladas, uma das maiores do mundo, foi causada por sanções comerciais impostas a alguns dos seus clientes no exterior e pela redução do consumo de minério no mercado interno, principalmente do seu maior comprador, a Alunorte, obrigada a reduzir a sua produção de alumina à metade.

Ainda assim, a receita líquida da empresa, uma das maiores do mundo, foi 31% maior, atingindo 1,5 bilhão de reais em 2018. Vários fatores fizeram, porém, o lucro líquido ser 85% menor do que em 10’7, caindo de R$ 106 milhões para R$ 15,8 milhões. Ainda assim, a MRN está investindo na ampliação da extração de bauxita por mais cinco platôs, no vale do rio Trombetas, no Pará, conforme a mensagem da diretoria da empresa, divulgado hoje.

A mineradora é controlada pela Vale, com 40% do capital social, de R$ 490 milhões. As outras ações são divididas entre Alcan, South32 Minerals, CBA, Alcoa e Norsk Hydro.

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