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Economia, Estradas, Estrangeiros, Multinacionais

Chineses no Pará

Os chineses devem voltar a investir mais no Brasil. Para 2020, seriam sete bilhões de dólares, segundo o jornal O Estado de S. Paulo. O único projeto no Pará seria a Ferrogrão, que escoará boa parte da produção de soja e milho de Mato Grosso ao Pará, numa ferrovia com quase mil quilômetros de extensão. A interessada é a CCC, que é sócia do projeto de construção do Porto São Luís, no Maranhão. A outra ferrovia que lhe interessa é a Fiol, que ligará o Tocantins ao litoral da Bahia, num extensão de 1,5 mil.

Discussão

7 comentários sobre “Chineses no Pará

  1. A crise no atendimento do INSS:

    Me envolvi com a burocracia do INSS duas vezes: a primeira para obter uma CTC com finalidade de averbação em serviço público e a segunda para ajudar minha mulher a se aposentar. E não pretendo me envolver a terceira vez. O país que fez várias reformas previdenciárias nos ultimos 21 anos ficou devendo até hoje uma reforma no seu instituto previdenciário.

    Meu primeiro contato com o INSS ocorreu duas semanas depois que perdi todos os meus carnês numa mudança. Me disseram que eu deveria fazer um “P.I”, o Pedido de Informação. O resultado resultou num documento onde constavam 60 contribuições em aberto. Mas por quê? Entrei com um requerimento e foi mais ou menos no tempo em que o prédio pegou fogo e eles nunca me responderam.

    Estando próximo de me aposentar no serviço público e aproveitando um perdão concedido por Lula nos juros da dívida previdenciária, paguei as contribuições em aberto e eles incluiram estas no sistema. Foi então que fiz a primeira descoberta. São dois arquivos, um diretamente acessível de qualquer terminal da agência, mas tem um outro, onde são arquivadas imagens de antigas microfichas, correspondentes ao período anterior à informatização, e que requer uma busca extremamente penosa e demorada de ser realizada de modo completo; salvo se for para o pai ou para a mãe do funcionário.

    Me lembrei das 60 contribuições em aberto e imediatamente relacionei à dificuldade deste procedimento. Desconfiei que estava pagando tudo pela segunda vez. Bingo! Mais ainda; que aquele papel assinado por três chefes, teoricamente comprovando o pagamento das demais contribuições tidas como pagas, não teria valor caso a busca não confirmasse estas. Uma nova busca (imperfeita) deveria ser feita, provavelmente revelando novas “pendências”.

    Mas uma fada madrinha me ajudou e tive finalmente o privilégio de ter incluídas – numa quarta busca – todas as contribuições e mais outras que nem me pertenciam; entre estas estavam aquelas 60 que foram pagas duas vezes. Nem pensei em reaver os valores cobrados em dobro, temendo uma quinta busca; mas tive a preocupação de pedir para a fada que excluísse do meu TC outras 15 contribuições de um comerciário homônimo. E assim foi feito. Mas a narrativa não pode dar uma idéia do mau humor de alguns funcionários, e da generosidade de outros.

    O problema de minha mulher seria mais fácil de ser tratado, se não fosse uma série de pequenos erros e omissões dos funcionários do INSS. Me chamou atenção a diferença na qualidade de atendimento entre o público em geral e o atendimento a advogados e despachantes (treinados para evitar estes problemas). Observando esta diferença, cheguei a mais uma conclusão: que se tudo for minuciosamente retificado antes de se dar entrada no pedido da aposentadoria, certamente a tramitação será rápida – as vezes em questão de horas (pode acreditar); ao contrário, se detalhes deixarem de ser retificados em tempo, seja por falta de informação do usuário, por inadequação do sistema e por pouca atenção da parte de alguns agentes públicos, a tramitação sofrerá enorme atraso. Existem dois caminhos dentro do INSS para o mesmo tipo de rquerimento.

    Vi funcionários garantindo ao usuário que “não precisaria resolver isso agora, pois na análise do pedido em Brasília tudo seria esclarecido”. E a coisa não funciona desse jeito. O INSS nunca esteve preparado para a tarefa exigida e mais ainda nestes tempos de reforma. Arrisco um palpite de que seria necessária a contratação temporária por 2 anos de 40 mil técnicos para ajudarem o INSS dar conta das tarefas acumuladas.

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    Publicado por J.Jorge | 14 de janeiro de 2020, 08:23
    • Fiquei surpreso ontem à noite quando o jornal publicou notícia de que Jair Bolsonaro pretender chamar 7 mil reservistas do exército para ajudarem no atendimento da previdência. Gente que nunca soube o que é INSS; que ao se juntarem aos técnicos previdenciários poderão emperrar mais ainda o problema. Que país!

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      Publicado por J.Jorge | 15 de janeiro de 2020, 08:00
      • Que país, J. Jorge. E pensar que conviveram com o colapso da informática do INSS e se recusaram a admitir – ou remanejar os 400 técnicos solicitados para dar conta dos pedidos de benefícios.

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        Publicado por Lúcio Flávio Pinto | 15 de janeiro de 2020, 09:02
  2. Em um futuro bem próximo, as nossas crianças terão de aprender na escola, o mandarim. 官話.

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    Publicado por bernstil | 14 de janeiro de 2020, 10:33

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