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Governo, Política, Saúde

A emergência e o hospital

O governo do Estado contratou o consórcio Saúde Castanhal para a conclusão das obras do hospital de Castanhal, ao custo de mais de 52 milhões de reais. Como a contratação é “em caráter emergencial”, foi dispensada a licitação.

Quando assumiu o governo, Helder Barbalho foi a Castanhal visitar as obras do hospital, que o seu antecessor, Simão Jatene, deu por “quase pronto”. Por considerar que o serviço estava superfaturado e tinha outras irregularidades, Helder suspendeu a obra, denunciou o contrato e anunciou uma nova licitação.

 Com a emergência por causa do coronavírus, resolveu reconsiderar a decisão, revogou a licitação e convocou as mesmas empresas pra concluir a obra, com respaldo na dispensa de concorrência pública.

Tudo em função da epidemia?

Discussão

Um comentário sobre “A emergência e o hospital

  1. Se fosse no governo anterior , coitado de quem fizesse isso: já estava com processo nas costas, tendo que provar isso e aquilo outro. Chamamento pelo Diário Oficial e ainda por cima contratar advogado pra se defender de todas as acusações . Mas aí como é em casa , é o caso de se dizer que “santo de casa (não) faz o milagre “

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    Publicado por Pedro Paulo | 26 de março de 2020, 14:09

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