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Justiça

Novo arquivador

O procurador geral da república, Augusto Aras, é candidato a ser o legítimo sucessor de Geraldo Brindeiro, seu antepassado no cargo, como arquivador geral da república.

Discussão

4 comentários sobre “Novo arquivador

  1. Isso por que estamos vivendo tempos de uma “NOVA POLÍTICA”…

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    Publicado por Andre Luiz da Costa Santos | 31 de maio de 2020, 12:11
  2. Mas nunca a impessoalidade foi tão ferida e as relações pessoais foram tão escrachadas ameaçando a independência das instituições. Ainda que seja de careira como Ramagem as relações pessoais, os afagos (engavetamentos) ou simplesmente a visão politica-ideológica valem mais, ou simplesmente uma menções de que votou em Bolsonaro. Vamos lembrar que Aras não era o mais cotado pela instituição, não tinha o currículo mais brilhante e não foi indicado pela lista tríplice. Mesmo Moro como subordinado direto não se sujeitou a tanto e desembarcou da nau, perdendo o time, mas acusando justamente de interferência e abdicando de uma vaga no supremo, abertamente oferecida por Carla Zambelli, tudo isso deixando para trás uma confortável e reconhecida carreira de juiz. Não sei se por incompetência, mas age como cego, surdo e mudo sobre ataques. Não vê problema nenhum sobre as falas de Weintraub onde Alexandre de Moraes denuncia pelo menos seis crimes. Aras de muito mais a Bolsonaro do que qualquer outro por alçado e ser prometido a ele cargo tão prestigiado do judiciário sem grandes feitos, nada que FHC fez antes indo tão longe. Mesmo André Mendonça sendo Bolsonarista ferrenho (servo de Bolsonaro) e evangélico fervoroso, tal como Damares e os bolsonarista querem, Mendonça mesmo assim tem qualidade técnica e reconhecimento jurídico que arranca alguns elogios de juristas de visão oposta. Alimentar as diversas instituições pode ser mais perigoso do que nunca de tal forma a comprometer realmente a independência dos poderes. Por ser uma brecha institucional somente sujeita apenas a avaliação (mal feita por sabatina) do legislativo acabam sendo legais e acabam sendo minimizadas por juristas passivos ou com afinidades ao bolsonarismo. É a pequena semente parasitaria do totalitarismo ameaça a frágil e tenra planta da democracia.

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    Publicado por Fabrício | 31 de maio de 2020, 12:36
  3. Muito bambu nenhuma flecha

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    Publicado por Arlindo Neto | 31 de maio de 2020, 16:30
  4. Lúcio, a indicação do Procurador Geral da República precisa ser revista. Não pode ser mais uma decisão exclusiva do Presidente da República. Essa decisão precisa caber aos procuradores federais,para a preservação da autonomia do MPF.O doutor Aras visivelmente se vendeu por uma vaga no STF. Está na cara de todos. Só não enxerga quem não quer.

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    Publicado por Rafael Araújo | 31 de maio de 2020, 17:52

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