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Cultura, Governo

De volta à Secult

Um dos atos de impacto de Giussepp Mendes como auditor geral do Estado (numa sucessão de procedimentos, que adotou com fúria inquisitorial) foi instaurar processo administrativo de responsabilização referente ao Parque do Utinga “para apurar indícios de irregularidades nos processos licitatórios referentes às obras do Parque”.

Os Barbalho nunca esconderam sua aversão ao autor do projeto, o arquiteto Paulo Chaves Fernandes, que foi secretário de Cultura ao longo dos 20 anos de domínio tucano no governo do Estado. Paulo, por sua vez, nunca poupou os adversários ou desafetos de suas críticas, ironias e sarcasmos iconoclastas.

Completado agora um ano das investigações, uma empresa contratada para o serviço, a Dafo’s Engenharia e Consultoria, ainda está na fase de elaboração de relatório de auditoria externa.

Como acha que “o processo de investigação se exauriu” no âmbito da AGE, o auditor exonerado simplesmente decidiu encaminhar os autos do processo de volta à secretaria de Cultura, o órgão de origem, “de modo a ser regularmente processado e julgado”.

Poncios Pilatos não faria melhor.

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