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Economia, Transporte

Frete Brasil-China

O frete de contêineres no trecho Brasil-China, que custava em torno de 2,5 mil dólares (12,9 mil reais), a partir do porto da Ponta da Madeira, em São Luís do Maranhão, antes da pandemia, quadruplicou e superou US$ 10 mil (R$ 51,9 mil) neste mês, segundo dados da empresa de transporte ES Logistics. A falta de contêineres seria a causa dessa disparada de preço.

No porto de Santos, em São Paulo, o valor é menor, em torno de US$ 7.300 (R$ 37,8 mil), mas com perspectiva de ultrapassar cinco dígitos em janeiro. A viagem encarecida já afeta exportação e importação e inviabiliza negócios no Brasil, segundo a empresa.

Discussão

Um comentário sobre “Frete Brasil-China

  1. Bom dia,

    Com a pandemia campeando em todo o Brasil e especial nas regiões Norte-Nordeste, nas quais o governo federal não ajuda em nada, fica evidente adoção de nova política das regiões Norte-Nordeste pelos governadores. Uma dos focos dentre os inúmeros objetivos deve ser os seguintes:
    a)a vacinação de mais de oitenta por cento da população;
    b)A interligação rodoviária Belém-Manaus, passando por Santarém até 2025;
    c)A interligação rodoviária Belém-Manaus a Rodovia peruana ao Porto de Maldonado no Peru.

    A estratégia é criar um corredor rodoviário interligando os estados do Nordeste, Belém, Santarém, Manaus e Porto de Maldonado, no Peru, estabelecendo mais um ponto de escoamento de grãos a custos mais baixos, pois a distância entre Porto da Maldonado e a China, nosso grande comprador de grãos, é menor e não é necessário passar pelo canal do Panamá.

    Isto desenvolveria diversas regiões no Nordeste Brasileiro e Norte, incluindo as zonas produtoras de grãos em Santarém e Paragominas e assim diminuiria em muito nossa dependência do Governo Federal que já demonstrou o menor interesse em assistir as regiões Norte-Nordeste, conforme já demonstrativo materialmente, pelo mesmo, como o pouco caso na aquisição de vacinas, insumos, equipamentos e tecnologias disponíveis.

    Fazendo a interligação Belém-Manaus, passando por Santarém deve consolidar as economias das regiões Norte-Nordeste e criar novos pólos de negócios no agrobusiness, estabelecendo um crescimento sustentável com a preservação ambiental dos biomas Amazônia e Mata Atlântica, criando um lastro de controle e proteção que permita aos investidores um quadro de estabilidade institucional, mitigando os riscos do governo federal estabelecer políticas que causem instabilidade ao ambiente de negócios locais.

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    Publicado por José Serrão | 21 de abril de 2021, 11:46

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