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Petróleo

Novo Pré-Sal?

Reproduzo, a seguir, matéria do site epbr.

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Estudo aponta “novo pré-sal” na Bacia do Pará-Maranhão com 30 bilhões de barris

porFelipe Maciel

Um estudo está indicando a possibilidade de existência de 20 bilhões a 30 bilhões de barris de óleo em recursos prospectivos recuperáveis riscados, um potencial do porte de um “novo pré-sal” na Bacia do Pará-Maranhão.

Indica também que, depois do pré-sal, a região tem a maior probabilidade de descobertas de petróleo de boa qualidade.

Recursos prospectivos são volumes de petróleo cuja existência é indicada por dados geológicos e geofísicos extraídos de levantamentos sísmicos, mas sem comprovação por perfurações de poços exploratórios.

O trabalho foi realizado pelo ex-diretor da ANP, Allan Kardec Duailibe, professor da Universidade Federal do Maranhão (UFMA), em conjunto com o geólogo e consultor Pedro Zalán (ZAG, ex-Petrobras) e Ronaldo Gomes Carmona, professor de geopolítica da Escola Superior de Guerra.

Zalán é consultor no Brasil da empresa de levantamentos sísmicos TGS, que subsidiou o estudo com dados geológicos das regiões analisadas.

“Estamos sendo extremamente conservadores com o estudo para não criar falsas expectativas para governos e a sociedade”, comentou Allan Kardec nesta quarta (27).

Os pesquisadores explicam que esse “novo pré-sal” na Bacia do Pará-Maranhão diz respeito ao volume das reservas que podem ser descobertas. “Por óbvio, dadas as características geológicas da franja marítima norte do Brasil, não se trata de exploração abaixo da camada de sal, inexistente naquela região. Tampouco há confirmações – só possíveis por meio de campanhas exploratórias – dos volumes recuperáveis”.

Governos desconheciam potencial


As conclusões foram apresentadas ao governador do Maranhão, Flavio Dino (PCdoB), e para as federações das indústrias, tanto do Pará quanto do Maranhão. Será levado ao governador do Pará, Helder Barbalho (MDB).

A ideia é conseguir apoio para destravar a oferta dos oito blocos exploratórios que seriam licitados na 17ª rodada da ANP.As áreas foram retirados do leilão previsto para outubro por conta de restrições ambientais. O Ibama apontou problemas na região e indicou dificuldade para o licenciamento.

A princípio, o interesse é pela inclusão na 18ª rodada, prevista para 2022.

O estudo aponta como falhos os motivos do Ibama para a não concessão de licenciamento ambiental para a perfuração de poços na Foz do Amazonas, no Amapá, e para a retirada não dos blocos do leilão da ANP.

Segundo os estudos, é falsa a existência de recifes de corais que se estenderiam do Amapá até o Maranhão.

“Argumento falso, introduzido pelo Greenpeace no Brasil, em especial no Ibama, e que já foi desmascarado por professores da Universidade Federal Fluminense (Figueiredo Jr., 2018). Não há corais nestas águas profundas turvas e escuras, do Amapá ao Maranhão (influência do delta do Rio Amazonas)”.

Diz também que percepção de alto risco de contaminação dos manguezais do Amapá e Pará é equivocada. A corrente marítima na região seria fortes o bastante para carregar “qualquer material flutuante para um vórtice situado no meio do Oceano Atlântico Equatorial”.

Discussão

5 comentários sobre “Novo Pré-Sal?

  1. Até as pedras sabem que há petróleo na Amazônia…Mas o Greenpeace repete o Mr. Link…Resta saber se vão entregar pra Shell ou pra Esso…

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    Publicado por Sérgio Buarque de Gusmão | 31 de janeiro de 2021, 13:22
  2. É muita leviandade divulgarem isso. Onde estão os dados? O conservadorismo na divulgação é para mascarar a ausência de provas?

    “Tampouco há confirmações – só possíveis por meio de campanhas exploratórias – dos volumes recuperáveis”. Ou seja: chute, 50% de probabilidades de dar certo.

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    Publicado por isilva | 31 de janeiro de 2021, 15:44
  3. Não é de hoje que o Maranhão tenta explorar o Petróleo da Bacia do Marajó e da costa de Salinas e Bragança. A empresa francesa TOTAL, já tem todo um trabalho sobre esse lençol. Quando do leilão das 8 áreas, O Eike Batista ficou com a P8. As plataformas ficariam na costa de Salinas e Bragança, más a base operacional ficaria no Maranhão. Quando o Sarney mudou seu endereço político para o Amapá, todo um trabalho foi feito para que a base operacional de exploração do petróleo do Marajó ficasse em Macapá. Pouco tempo depois que o grupo Equatorial assumiu o controle da CELPA, foi estendido um cabo submarino da CELPA, com destino ao Marajó más que nunca lá chegou (talvez tenha errado a carta náutica e chegado ao Amapá). E ainda tem o porto do Espadarte, o maior calado do Brasil, que não foi levado em frente. Porque nenhum geólogo paraense fez parte desse estudo?

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    Publicado por Antônio Medeiros | 9 de fevereiro de 2021, 08:26
  4. Se depender da Petrobrás e do “humor” de Bolsonaro, Helder e Jader não chegarão a ver nenhum centavo dos Royalties até 2030 ou depois da “pretensa” reeleição do Mico🙉… Injetar na opinião pública (seus leitores) o “sentimento” de ser preterido pelo Planalto tem 50% de chance de dar certo e 50% de falhar. A leitura sobre os fatos tem que ser distante, pois envolve leilões futuros e projeções de receita para empréstimos, rolagem da dívida e máquina pública e etc e etc…

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    Publicado por flightfernando | 17 de fevereiro de 2021, 21:45

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