//
você está lendo...
Imprensa, Memória

Memória – O fim da Folha

A Folha do Norte declarava em seu expediente, em 1968, que tinha uma tiragem de 30 mil exemplares diários. Nessa época, Clóvis Maranhão ascendera à direção da Folha no lugar do pai, Paulo Maranhão, morto dois anos antes. João Maranhão, que, ao contrário do irmão, Clóvis, nunca se afastara da empresa, continuou apenas como gerente.

Em 1974 o jornal deixou de circular. Foi vendido a Romulo Maiorana, que relançou ocasionalmente a Folha, apenas para cumprir a exigência legal e não perder o título. Valiosíssimo durante pelo menos meio século, esse titulo já então pouco valia. Jornal que não faz jornalismo, quando começa a morrer, não escapa ao destino certo. Apenas o camufla durante algum tempo.

Discussão

2 comentários sobre “Memória – O fim da Folha

  1. Lúcio, falando de jornalismo, e a Leda Nagle? Que vexame hein?

    Curtir

    Publicado por Rafael Araújo | 21 de abril de 2021, 11:18

Deixe um comentário

Preencha os seus dados abaixo ou clique em um ícone para log in:

Logotipo do WordPress.com

Você está comentando utilizando sua conta WordPress.com. Sair /  Alterar )

Foto do Google

Você está comentando utilizando sua conta Google. Sair /  Alterar )

Imagem do Twitter

Você está comentando utilizando sua conta Twitter. Sair /  Alterar )

Foto do Facebook

Você está comentando utilizando sua conta Facebook. Sair /  Alterar )

Conectando a %s

%d blogueiros gostam disto: