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Memória

Memória – Carnaval com prêmio

Um fundo de 4,5 milhões de cruzeiros (valor da época) foi formado para financiar os prêmios para os melhores do desfile carnavalesco de Belém, em 1966. Com cotas de 500 mil cruzeiros entraram o governo do Estado, escritório Alberto Bendahan, Jóias Laura e Sabino Oliveira, Produtos Vitória (Guarasuco e Pepsi), Nelson Souza (Óleo Dora), RM Magazine (de Romulo Maiorana), Importadora de Ferragens e Banco Moreira Gomes. Cotas de 250 mil cruzeiros foram de Café Puro e Transjomar.

O maior prêmio de escola de samba era de R$ 1,5 milhão, para a de primeira categoria, e de CR$ 750 mil para a de segunda categoria. Os prêmios individuais eram de CR$ 50 mil (porta-bandeira, sambista, passista, mestre sala e porta estandarte). Como as escolas erram pequenas, dava para observar todos os seus brincantes e avaliá-los.

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