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Igreja, Imprensa, Memória

Memória – De novo

Nunca foram exatamente risonhas e francas as relações entre a Santa Madre Igreja e a Folha do Norte. Não por divergências a respeito de culto e sacralidade, mas em virtude de dissidência nos costumes. De vez em quando os dois lados se espetavam e aparecia alguma nota, especialmente no jornal vespertino do grupo, a Folha Vespertina. Era através dele que Paulo Maranhão, um devoto mariano, mandava recados como este, também de 1955:

“O superior dos capuchinhos, por ocasião da missa das 6 ½ de ontem na igreja de São Francisco, tomou para tema da sua prédica os falsos apóstolos. E lá vieram à baila as FOLHAS, espinhas de garganta das batinas mal orientadas e mal policiadas e que à falta de ocupação útil, imiscuem o bedelho no que não deve ser de sua conta.

Damos um conselho gratuito aos nossos caluniadores tonsurados: fiquem na sovela, não se metam a tocar rabecão. Púlpito não é barra de ataque se não o querem desmoralizar e torná-lo odioso”.

Discussão

Um comentário sobre “Memória – De novo

  1. Homilia é o grande momento dos padres comentarem o “Evangelho”.
    Há algum tempo é palanque político.
    Ontem, como hoje…

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    Publicado por Ronaldo Passarinho | 27 de junho de 2021, 19:09

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