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Governo

Igeprev: fraudes de R$ 20 milhões

O Instituto de Gestão Previdenciária do Estado sofreu um prejuízo de quase 20 milhões de reais (R$ 19.891.102,13 em valores exatos), causado pelo recebimento indevido de benefícios previdenciários após o óbito do segurado. Em investigação interna iniciada em 2019, a direção do Igeprev constatou 537 casos de fraudes, que já tiveram seus benefícios bloqueados. As irregularidades foram informadas aos órgãos de controle externo.

O pagamento indevido dos benefícios decorreu da falta de comunicação formal do falecimento dos segurados, que levou a possíveis fraudes no recebimento de benefícios previdenciários. O instituto divulgou hoje a relação dos casos e anunciou que adotará “providências judiciais na esfera cível quanto ao ressarcimento do erário”.

Parte considerável dos pagamentos fraudados tem valor superior a 20 mil reais. E há casos de reforma e pensão de segurado ativo de mais de R$ 500 mil.

Discussão

2 comentários sobre “Igeprev: fraudes de R$ 20 milhões

  1. Parte disso foi anunciado pelo atual presidente do instituto em entrevista um pouco depois de tomar posse. Há muito que se investigar acerca de beneficiários e segurados, principalmente em relação as novas regras da reforma da previdência e economia da contas. Muito mais que isso um processo que se iniciou na antiga gestão foi o chamado Censo previdenciário que ficou paralisado um tempo em decorrência da pandemia. Segundo o conceito Censo é a verificação de dados de uma população, temos exemplo de Censo demográfico do IBGE, muito importante e discutido hoje. A legislação exige que tenha um censo periodicamente para análise dos documentos que comprovem o direito que receber os benefícios. Hoje a empresa contratada para se fazer esse censo é uma terceirizada paulista, a Agenda Assessoria, que digitaliza esses documentos. Indo em direção ao que o slogan do governo estadual diz, Por todo Pará, o instituto coloca a disposição as unidades móveis para fazer essa reanalise em diversas pequenas cidades paraense sem necessidade de deslocamento para capital. A burocracia e a exigência de reapresentação de diversos documentos é um ponto para manutenção desses benefícios, como as exigências de se manter solteiro para manutenção de pensão, uma vez que é a necessidade para se manter, a constituição de unidade familiar constitui também constituição de gastos e rendas também. Qualquer indicio já é descrito para posterior investigação social pelo serviço social (hoje ainda com poucos servidores no instituto). Além dos próprios exames periciais médicos (que o instituto não tem) que são feitos hoje pela secretaria de administração e planejamento. Claro que muito além do censo como revisão e controle interno feito pelo próprio instituto ou pelo TCE, ou mesmo auditorias sobre o direto previdenciário desses benefícios. Toda essa economia é valida e benvinda uma vez que é a sustentabilidade do regime RPPS paraense que está em jogo e o futuro beneficio dos servidores estaduais que está em jogo. Hoje o Instituto tenta evoluir na certificação das atividades com mapeamentos das atividades setoriais e transparência das atividades no chamado Pró-Gestão, vale a pena a pesquisa.

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    Publicado por anonimo | 29 de julho de 2021, 12:04
  2. Pena que atual gestão, gasta absurdamente com diária e luxos do atual presidente, que tem um histórico nada agradável.

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    Publicado por Carlos | 29 de julho de 2021, 14:18

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