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Memória, Polícia

Memória – Pé de chinelo

Em 1957, o contumaz meliante Arigozinho demorou, mas acabou confessando na Central de Polícia, depois que foi preso pelo capitão Camilo Torres, ter penetrado na residência do doutor Edgar Proença, na avenida Serzedelo Corrêa, para furtar joias. Devolveu algumas delas: uma pulseira de pau d’angola, um anel de bacharel com a inscrição “Edgard-1932”, um anel de ouro com pedra marinha e um broche de ouro com pedra de brilhante.

Já o lunfa Rei dos Pássaros foi preso no meio da rua, quando, por infelicidade sua, cruzou com o mesmo delegado (titular da famosa DIC, Delegacia de Investigações e Capturas), que lhe deu voz de prisão no ato. O ladrão carregava uma caixa de material cirúrgico, três chaves de boca, uma chave inglesa, uma chave de fenda e uma porca de metal.

A fase da bandidagem era risonha e franca, se comparada aos padrões atuais.

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