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Saúde

Atenção

Neste período de redução drástica e significativa dos casos de covid-19, que monopoliza a atenção da população para essa face boa do combate ao novo coronavírus, um dado continua a preocupar: a multiplicação das variantes e subvariantes do vírus original. Ele suscita dois tipos de situações. Uma: as vacinas que estão sendo aplicadas imunizam adequadamente as pessoas para essa diversificação de agentes patológicos? Outra: Cada nova cepa que entra em circulação se apresenta mais agressiva?

De julho a outubro, as análises das amostras feitas em Belém mostram que uma nova variante Delta foi avançando de 9,7% dos casos examinados para 50% e, no início deste mês, 75%. Tornou-se, assim, predominante. O que isso significa? Talvez ninguém ainda saiba exatamente. Convém, no entanto, não relaxas as medidas de proteção, sem atribuir a vacinação um poder absoluto, que, aparentemente, ela não tem.

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