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Memória

Memória – Os mais do Penna

Listas de “10 mais” ainda eram uma atração, quando, nas páginas do semanário Flash, de Ivan Maranhão, o colunista social Guilherme Penna montou a sua. O destaque de 1964, segundo Penna, era o advogado Aldebaro Klautau, pela campanha “Amazônia é Brasil” (bem antes de “integrar para não entregar”, do regime militar), que então desenvolvia.

Os outros destaques: como banqueiro, Antônio Bernardo Dias Maia, que fundou o Banco da América do Sul em São Luís, no Maranhão, instalando uma agência em Belém e outra no Rio de Janeiro. Como administrador, o então prefeito de Belém, Alacid Nunes. Como comerciante, Romulo Maiorana, que reformara esse setor. Como industrial, Nélson Souza, que já instalara a Cerâmica Marajó e a Água Nazaré e anunciava a Olpasa, fábrica de óleos vegetais.

A filantropa do ano era Maria Eunice Dantas Ribeiro, uma das grandes locomotivas dos acontecimentos sociais na cidade, ao lado do marido, Deusdedith, pela Campanha de Combate ao Câncer, que liderava. O educador era Amílcar Freire, professor e diretor da Faculdade de Arquitetura. Já o sacerdote era o padre Lourenço Bertolusso, que fundou a Escola Salesiana do Trabalho.

O desportista do ano era Júlio Bendahan, por ter realizado em Belém o campeonato brasileiro juvenil de basquetebol. José Reymão, repórter policial da Folha do Norte, foi escolhido como jornalista de destaque, enquanto o desembargador Roberto Cardoso Freire da Silva era o magistrado do ano

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