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Cultura, Governo

Tudo muda, nada muda

A Fundação Cultural do Estado distribuiu mais 570 mil reais. Mas mudou a forma dos contratos. Eles não apontam os nomes dos cantores e bandas de música que vão receber o cachê artístico. A relação é com as empresas, cujos representantes legais na transação agora são citados, o que antes não era feito.

Agora, o contrato é de “prestação de serviços artísticos, espetáculos, shows, apresentações”, celebrado entre governo do Estado e uma empresa especializada no serviço.

A Aires Eventos e Produções Artísticas (representado por Emanuelle Medeiros Aires) receberá R$ 179 mil. A 3a Serviços e Produções de Eventos Eireli (Representada por Tamires Cristina Santos dos Santos), R$ 198 mil. E a Central Artística Produções e Eventos (representada por Álvaro Aleixo Drago Lima), R$ 192 mil.

A destinação do dinheiro entre os contratos passará a ser tarefa delas e não mais da fundação, que adotou a nova modalidade de contratação, o PAE, licitação regulamentada por portaria do governador de fevereiro de 2020 na modalidade pregão, na forma eletrônica, para a aquisição de bens e a contratação de serviços comuns.

Mudou a forma, o conteúdo é o mesmo. Os franceses definem bem a coisa na língua de Molière (que não recebe cachê artístico): plus ça change, plus c’est la même chose.

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