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Esta categoria contém 676 posts

Belém é isto

Sugiro ao prefeito Edmilson Rodrigues uma caminhada pelo centro comercial antigo de Belém. O footing (como se dizia décadas atrás) pode começar às 18 horas em ponto. A primeira impressão é de que esse é o limite fatal para trancar as portas e correr para a parada de ônibus mais próxima, em busca de saída … Continuar lendo

Sem novidade

As obras de recuperação da rua João Alfredo deveriam ter iniciado em julho do ano passado para serem concluídas em oito meses, ao custo de pouco mais de 1,1 milhão de reais. Já atrasaram quatro meses e o que se vê são marcas empoeiradas do início do serviço, ainda na era de Zenaldo Coutinho. Nada … Continuar lendo

Memória – A sociedade do descanso

Em 1962, a afluência à procissão do Círio de Nazaré continuava a crescer, mas a concorrência ao arraial (os 15 dias de festas que se seguem à romaria) “vai diminuindo consideravelmente”. O motivo? O médico Maurício Coelho de Souza repetia, mais uma vez, a explicação que já dera antes: a desativação da “Sociedade do Descanso”. … Continuar lendo

Maiorana investigado

O Ministério Público do Estado instaurou inquérito civil contra a Roma Incorporadora, do empresário Romulo Maiorana e de seus dois filhos, Romulo Neto e Giovanni Maiorana. O MP investiga a situação do imóvel, de propriedade da empresa, localizado no Boulevard Castilho França, “que se encontra desocupado e com princípio de arruinamento, apresentando possível risco para … Continuar lendo

Memória – O bar do papo

A “cosinha” (assim mesmo, com o erro ortográfico no anúncio) podia não ser uma maravilha do universo, mas cumpria sua missão num estabelecimento que se notabilizava mais por ser um agradável reduto da fofoca da cidade, como poucos houve – antes ou depois. Ainda assim, podia-se comer sem susto no Corujão e beber a fartar-se … Continuar lendo

Memória – A era das lanchonetes

O Fazano foi uma das primeiras lanchonetes modernas de Belém, começando a funcionar em 1966. Ficava em frente à imensa fábrica da Palmeira, na rua Manuel Barata (onde é uma feira popular). A desproporção entre o estabelecimento mais antigo e o mais novo dava uma medida de como o avanço no tempo ocorreu paralelamente a … Continuar lendo

Memória – Urubus municipais

O Almanak de Lembranças de 1859, publicado em Lisboa, reproduziu um texto enviado de Belém por Guilherme F. d’O. Guimarães, que, talvez, pudesse ser redigido nos dias atuais, apenas com ligeiras adaptações. _____________ O estrangeiro que chega a esta cidade do Pará fica admirado ao ver, em todos os seus largos e praças, bandos de … Continuar lendo

Nosso Soledade

Anos atrás, guiei o sociólogo José de Souza Martins em uma visita ao cemitério da Soledade, em Belém. Ao final, ele reconheceu que ali estava um dos mais belos cemitérios do Brasil. Dentre suas várias especialidades, Martins era um estudioso dos chamados campos santos. Sua opinião era qualificada. Finalmente (e felizmente), o governo do Estado … Continuar lendo

O ser humano

Depois de alguns telefonemas, dados do seu próprio celular), Cristiane conseguiu me localizar, hoje. Era para me avisar que tinha encontrado e recolhido uma nota de 50 reais que deixei cair ao ir ontem à Extrafarma da Doca. Não houve divergência entre ela e as demais atendentes da loja, todas gentis: deviam devolver o dinheiro. … Continuar lendo

Sem o complemento

Representantes do grupo Carrefour foram ao prefeito Edmilson Rodrigues tentar uma alternativa para instalarem mais um atacadão na orla da Cidade Velha, apesar da vedação legal ao prédio, com gabarito superior ao permitido. O prefeito apoiou a iniciativa, que gera empregos, mas disse que iria cumprir a lei (ameaçada pelos vereadores). Mas fez uma ressalva: … Continuar lendo