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Hidrelétricas

Esta categoria contém 135 posts

Os cidadãos sem-rio

Em 2014 o nível do Madeira chegou aos 19,69 metros. Foi a maior cheia já registrada no rio desde que a sua medição começou a ser feita. Com a grandeza que ele tem, de ser o afluente que mais contribui em vazão líquida e em sedimentos para o Amazonas. A enchente superou em mais de … Continuar lendo

A história na chapa quente (428)

Albrás e Eletronorte assinaram maior contrato de energia do país (Publicado no Jornal Pessoal 323, de maio de 2004) O maior contrato individual de energia do país, no valor global de 3,4 bilhões de dólares (ou 7,5 bilhões de reais), foi renovado neste mês e entrará em vigor no próximo, estendendo-se por 20 anos (US$ … Continuar lendo

Agenda Amazônica (8)

Um diário de província e os anais da história (Publicado na Agenda Amazônica nº 15, de novembro de 2000) Diário de um convertido, de Emir Bemerguy, vale sobretudo como uma contribuição à cronologia de Santarém entre 1968 e 1992. Apesar de ser a segunda maior cidade do Pará, a capital do Baixo Amazonas dispõe de … Continuar lendo

Agenda amazônica (3)

Capítulo 2: o roteiro de visita (Prossigo com a matéria publicada pela Agenda Amazônica nº 9, em maio de 2000) Os 30 participantes do XVIII Congresso Internacional de Geografia que escolheram a excursão 8, dentre as oferecidas pelos organizadores do encontro, optaram por visitar a Amazônia. A maioria dos excursionistas era da Europa. Entre representantes … Continuar lendo

A história na chapa quente (244)

Oriximiná: prefeitura favorece mineradora (Artigo publicado no Jornal Pessoal 320, de março de 2004) No início da construção da hidrelétrica de Tucuruí, um quarto de século atrás, em pleno regime militar, o presidente Ernesto Geisel avançou além de sua competência constitucional e isentou a principal empreiteira da obra, a Construtora Camargo Corrêa, do pagamento de … Continuar lendo

O paquiderme

Em fevereiro do próximo ano a hidrelétrica e Belo Monte, no rio Xingu, estará em condições de gerar 5,5 mil megawatts através de 9 maquinas. Será metade da sua potência total, que, quando alcançada, a tornará a quarta maior hidrelétrica do mundo. Nesse mês a usina deveria ser conectada a uma linha de transmissão de … Continuar lendo

Altamira: campeã da violência

Em 2015, Altamira era o município mais violento do Brasil, com uma taxa de homicídio calculada em 107 pontos, quase 10 a mais do que Lauro de Freitas, na Bahia, que ficou em segundo lugar, segundo o Atlas da Violência de 2017, divulgado hoje. Altamira era o município com a menor população (105 mil habitantes) … Continuar lendo

A história na chapa quente (229)

Transamazônica custou 12 bilhões de dólares!!! (Artigo publicado no Jornal Pessoal 312, de novembro de 2003) A maior obra pública da história da Amazônia não é a hidrelétrica de Tucuruí, mas a Transamazônica. Ao menos na contabilidade do deputado federal Delfim Netto. Em entrevista à revista Istoé Dinheiro, ele afirma que a estrada custou nada … Continuar lendo

A história na chapa quente (228)

Corrigida, começa a terceira versão da usina de Belo Monte (Artigo publicado no Jornal Pessoal 312, de novembro de 2003) Em projeto, a hidrelétrica de Belo Monte, que o governo espera ver construída no rio Xingu, no Pará, ficou menor. Dos 11,5 mil megawatts que devia ter, poderá ficar com potência nominal entre 7,5 mil … Continuar lendo

A história na chapa quente (118)

A surpresa de Furnas: hidrelétricas no Madeira (Textos publicados no Jornal Pessoal 300, de abril de 2003. Assinalam os primeiros efeitos da ocupação do setor elétrico pelo PT, que devem ser relidos sob as luzes da Operação Lava-Jato) O rio prioritário para abrigar novas grandes hidrelétricas no governo Lula não é mais o Xingu, no … Continuar lendo