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Memória

Esta categoria contém 32 posts

Memória do Cotidiano (5)

Os primeiros economistas A primeira turma de economistas formados pela UFPA saiu do forno em 1952. Dela participaram Alfredo Moraes Rego, Arthêmio Guimarães, Benedito de Azevedo Pantoja, Ernande Anglada, Américo Chagas, Eymar dos Santos, Fernandino Pinto, Francisco Canindé Castelo de Souza, Haroldo Haber, Jorge Suleiman Kahwage, José Alfredo Carreira, José Uchôa, Lourival Monteiro, Luiz Linch, … Continuar lendo

Os cabanos (6)

Laudegário José de Assunção. Paraense, mulato, 45 anos, alfaiate. Tomou parte em todas as revoluções havidas em Belém. Esteve sempre em armas no ponto de Santo Antônio. Com a chegada do marechal Manuel Jorge Rodrigues evadiu-se para o rio Maguari. Depois marchou para a tomada da vila da Vigia, onde matou e roubou. Em seguida, … Continuar lendo

Os cabanos (5)

João Miguel de Souza Leal Aranha. Paraense, branco, 39 anos, proprietário. Acusado de ter mandado dar o tiro no presidente Lobo de Souza. Pronunciado no 1º, 2º e 3º distritos de Belém, nos de Itapicuru, Aicaraú, Igarapé-Miri, Acará, Moju, Guajará-Mirim, Bujaru e Muaná. Preso em agosto de 1835, em Belém, pelo chefe da força naval, … Continuar lendo

Memória do Cotidiano (3)

Vereadores mais votados O candidato mais votado na eleição de 1945 para a Câmara Municipal de Belém foi Lucival Lobato (do Partido Social Democrático, o partido que estava no poder estadual e federal), com 2.356 votos. Em seguida vieram Armando Mendes (da Coligação Democrática Paraense, que reunia os principais partidos de oposição ao “baratismo”), com … Continuar lendo

Os cabanos (4)

Geraldo Francisco Nogueira “Gavião”, Cearense, branco, 22 anos marceneiro (carpinteiro). Integrou o primeiro ataque a Belém, seguido pelo de agosto de 1835. Pronunciado pelo juiz de paz de Barcarena como um dos primeiros chefes de Conde, Beja e Barcarena. Pronunciado pelo juiz de paz de Aicaraçu e acusado pelos mesmos crimes nos quais Vinagre e … Continuar lendo

Memória do cotidiano (3)

Mortos centenários O cemitério de Santa Izabel começou a funcionar no dia 1º de julho de 1879. Vai completar, portanto, 141 anos de atividade ininterrupta. Sua estreia, digamos assim (como em Sucupira), foi com o enterro do cidadão português Gabriel Anacleto, que tinha 52 anos de idade. Três semanas depois o cemitério deve ter estabelecido … Continuar lendo

Os cabanos (3)

Diógenes Thomaz Guilherme. Do Rio de Janeiro, branco, 37 anos, negociante. Apontado como escrivão de Eduardo Angelim no Acará, onde foi preso, em 1836. Permaneceu na corveta Defensora de setembro de 1836 a agosto de 1838, quando foi solto. Dionísio Ferreira da Costa. Banco, 22 anos, pintor. Preso em Belém pelo alferes Afonso de Albuquerque … Continuar lendo

Papo com Ruy

Minha relação com Ruy Barata se estreitou nos seus últimos anos de vida. Ia encontrá-lo no meio da tarde de domingo, no fim da Veiga Cabral, já no Jurunas, ele recuperado do seu desempenho na boemia, que nunca abandonou. Movidos a café e água, conversávamos sobre temas à margem da sua poesia, que sempre admirei, … Continuar lendo

Os cabanos (2)

Baltazar dos Reis Pestana. Tapuio, 40 anos, lavrador. Reuniu gente no igarapé Itapiocana, em outubro de 1834, para atacar de surpresa o 2º comandante da guarda municipal, José Maria Nabuco de Araújo, que Baltazar mesmo assassinou, com mais 6 soldados. Estava preso e foi solto quando ocorreu o ataque de 7 de janeiro de 1835. … Continuar lendo

Os cabanos (1)

No livro Cabanagem – o massacre, divulguei as fichas de informações sobre quase dois mil cabanos presos pela tropa imperial durante a repressão aos cabanos, entre 1835 e 1840.  Os dados armazenados permitem montar os perfis dos participantes da sangrenta revolta, identificando-os segundo sua idade, local de nascimento, estado civil, trabalho e as informações sobre … Continuar lendo