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Memória

Esta categoria contém 304 posts

Cabanagem – Personagens (6)

Continuo a publicar a seleção dos principais cabanos presos pela força imperial que combateu a cabanagem. Seus nomes constam da relação nominal dos rebeldes presos em 1836, contida nos códices 972, 973, 974, 1.130, 1.131 e 1.132 do Arquivo Público do Pará. Grifei alguns trechos mais importantes. Laudegário José de Assunção. Paraense, mulato, 45 anos, … Continuar lendo

Cabanagem republicana?

Um ano depois que a cabanagem irrompeu em Belém, um jornal de Ouro Preto, em Minas Gerais se referiu à a lendária bandeira cabana, com o desenho de um índio de arco e flecha, que teria sido concebida por Eduardo Angelim. A notícia foi publicada na edição de O Universal de 11 de janeiro de … Continuar lendo

Cabanagem – Personagens (5)

Continuo a publicar a seleção dos principais cabanos presos pela força imperial que combateu a cabanagem. Seus nomes constam da relação nominal dos rebeldes presos em 1836, contida nos códices 972, 973, 974, 1.130, 1.131 e 1.132 do Arquivo Público do Pará. Grifei alguns trechos mais importantes. Joaquim Valentim Portilho. Paraense, mameluco, 22 anos, ferreiro. … Continuar lendo

Top-Set

Uma lembrança de início de noite de domingo. Quase seis décadas atrás, a esta hora, adolescentes em geral e pessoas da idade madura começavam a se preparar para o Top Set. A festa dançante começava às oito horas da noite de domingo e ia até a meia-noite, no último andar do edifício Palácio do Rádio, … Continuar lendo

História – O dia da farsa

(Artigo publicado na Agenda Amazônica em janeiro de 2000) A cada 15 de agosto os paraenses comemoram oficialmente a adesão do seu Estado à independência brasileira. “Comemoram” é uma expressão forçada: simplesmente a data é lembrada e lançada no livro de ocorrências, sem maior indagação, nem interesse. A rigor, pouco paraense sabe o que significou … Continuar lendo

Memória – A carne dos paraenses

Em 1968, o matadouro do Maguari abateu quase 500 mil reses, resultando em 150 mil toneladas de carne, para o abastecimento de Belém. Como a população da capital paraense estava chegando a 600 mil habitantes, dava praticamente um boi por ano per capita ou 250 quilos anuais para cada papa-chibé (tão papa carne quanto), um … Continuar lendo

Memória – Navio russo no porto

Em janeiro de 1966, o Ishevki foi o segundo cargueiro russo a aportar em Belém, um mês depois da embarcação pioneira. Descarregou 250 toneladas de adubo químico, trazido desde Riga, na então União Soviética, numa viagem de 13 dias, com duas escalas na Europa. Levou para a Rússia 50 tambores com 30 toneladas de essência … Continuar lendo

Memória – Carnaval com prêmio

Um fundo de 4,5 milhões de cruzeiros (valor da época) foi formado para financiar os prêmios para os melhores do desfile carnavalesco de Belém, em 1966. Com cotas de 500 mil cruzeiros entraram o governo do Estado, escritório Alberto Bendahan, Jóias Laura e Sabino Oliveira, Produtos Vitória (Guarasuco e Pepsi), Nelson Souza (Óleo Dora), RM … Continuar lendo

Memória – A melhor toalete

Célia Leite foi premiada com uma passagem aérea Belém-Rio-Belém, “em um dos luxuosos Caravelles dos Serviços Aéreos Cruzeiro do Sul”, por haver “ostentado a melhor toalete” do réveillon Três Séculos e Meio de Carnaval, realizado na Assembleia Paraense, em 1966. Alice Serruya entregou o prêmio. O  Caravelle, um raro e lindo jato aerodinâmico, saiu de … Continuar lendo

Memória – Livro dos “vermelhos”

Em fevereiro de 1966, o tenente Bezerra de Souza e alguns investigadores da Delegacia Política e Social mereceram elogios do secretário de Segurança Pública, major José Magalhães. Haviam realizado uma missão exitosa: atendendo a um chamado da gerência local da Vasp, apreenderam cinco pacotes enviados de São Paulo pela Editora Fulgor para o coronel Jocelyn … Continuar lendo