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Multinacionais

Esta categoria contém 48 posts

Pará também é norueguês

Quatro das cinco maiores empresas com sede no Pará são controladas pela norueguesa Norsk Hydro. A maior delas, segundo o ranking divulgado pelo jornal Valor, de São Paulo, é a Hydro Alunorte, que produz alumina em Barcarena. Em 2015 ela foi a 92ª maior do Brasil, caindo para 96ª no ano passado, com receita líquida … Continuar lendo

Enquanto a caravana passa

“Na surdina, o governo Temer decretou o fim de uma das maiores reservas da Amazônia para ampliar a mineração. Esse pode ser o fim da floresta. Vamos impedi-lo! Mineradoras canadenses foram alertadas 5 meses antes do público sobre isso. Mas o que o presidente não esperava era a revolta que essa notícia iria gerar, e … Continuar lendo

A história na chapa quente (329)

O Pará é do mundo (Publicado no Jornal Pessoal 324, de maio de 2004) A Austrália é atualmente o maior produtor mundial de alumina, um pó branco resultante da lavagem da bauxita que serve de insumo para a fundição do alumínio metálico. A produção australiana no ano passado foi de 11,3 milhões de toneladas. A … Continuar lendo

A Juruti da Alcoa e o silêncio da Ufopa

A Universidade Federal do Oeste do Pará foi criada em 2009. No mesmo ano, a mina de bauxita da Alcoa começou a produzir em Juruti, o último município, a leste de Santarém, antes da divisa com o Estado do Amazonas. Ontem, a multinacional americana, a maior no mundo no seu setor de atuação, comemorou nove … Continuar lendo

A história na chapa quente (327)

Albrás e Eletronorte assinaram maior contrato de energia do país (Publicado no Jornal Pessoal 323, de maio de 2004) O maior contrato individual de energia do país, no valor global de 3,4 bilhões de dólares (ou 7,5 bilhões de reais), foi renovado neste mês e entrará em vigor no próximo, estendendo-se por 20 anos (US$ … Continuar lendo

O inferno e as boas intenções

Em 1976 o satélite americano Skylab, que orbitava a 930 quilômetros da Terra, registrou o maior incêndio causado pelo homem que o próprio homem registrou documentalmente. Espantados, os cientistas da Nasa, a agência espacial dos Estados Unidos, enviaram as imagens para o Brasil.O fogaréu ardia no sul do Pará. Um milhão de hectares (ou 10 … Continuar lendo

Reação à Renca: crítica à crítica

Reproduzo matéria que acaba de ser postada no portal da BBC Brasil, com o título Reação ao fim da Renca foi ‘histeria’, ‘infantilidade’ e ‘desinformação’, dizem geólogos. Mariana Schreiber – @marischreiber Da BBC Brasil em Brasília Há 1 hora A extinção da Renca – reserva mineral no Pará e no Amapá do tamanho da Dinamarca … Continuar lendo

O dinheiro de Juruti

A Alcoa pagou 240 milhões de reais à prefeitura de Juruti no acumulado desde 2006, quando começou a produção, até julho deste  ano como imposto e royalty, que é a compensação financeira pela exploração da bauxita que existe no subsolo do município, no extremo oeste do Pará, na divisa com o Amazonas. A empresa americana, … Continuar lendo

A guardiã da floresta

A Reserva Nacional de Cobre e Associados foi criada em 1984 pelo Conselho de Segurança Nacional, um ano antes do fim do regime militar, iniciado em 1964. Havia indícios de que nesses 4,6 milhões de hectares, entre o Amapá e o Pará, houvesse minérios. Talvez os mesmos da Serra do Navio, bem ao lado, onde, … Continuar lendo

Agenda Amazônica (11)

O capítulo do cobre (Publicado na Agenda Amazônica nº 18, de fevereiro de 2001) Em julho de 2003 o Pará ingressará na era do cobre, o segundo mais oneroso item da pauta brasileira de importação de bens minerais,  para se tornar o principal Estado minerador do país, podendo desbancar, até o final da década, Minas … Continuar lendo