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Esta categoria contém 11 posts

Memória – Foi-se o mogno

A Folha do Norte noticiava, em 1968, que “regularmente” navios estrangeiros, sobretudo da Booth Line, deixavam o porto de Belém rumo aos Estados Unidos carregados de mogno, “quase todo ele originário das diversas regiões da Belém-Brasília, notadamente da que se situa do Estado de Goiás”, atual Tocantins (que não tem mais mogno). A madeira “tem … Continuar lendo

Memória – A frota branca

Em julho de 1955, o SNAPP, a empresa federal responsável pela navegação na Amazônia, nacionalizou o Augusto Montenegro, quinto navio da “frota branca”, que o governo Getúlio Vargas comprou na Holanda. Já antes recebera o Presidente Vargas, o Lauro Sodré, o Lobo d’Almada e o Leopoldo Peres. Seria o maior investimento do governo federal em … Continuar lendo

Memória – Longa viagem

Em 1955, podia-se embarcar, uma vez por mês, às oito horas da noite, no navio a óleo Aquidaban, para uma longa viagem. Começando em Belém, escalava nos portos de Breves. Monte Alegre, Santarém, Alenquer, Óbidos, Oriximiná, Parintins, Maués, Urucurituba, Urucará, Itapiranga e Itacoatiara, já no Amazonas. O escritório da Empresa de Navegação Aquidaban, na rua … Continuar lendo

Memória – O rei da navegação

A firma Joaquim Fonseca & Cia. se registrou na Junta Comercial do Pará, com capital de 100 mil cruzeiros, “para a exploração do comércio de compra e venda de mercadorias nacionais e estrangeiras, extração e beneficiamento de óleos vegetais e produtos da Amazônia, e construções de embarcações de madeiras de conta própria e sob encomenda … Continuar lendo

Memória – No Baixo Amazonas

Em 1931, entre Belém e Manaus, a linha do Baixo Amazonas do vapor Tuxaua, conduzido pelo comandante Júlio Pinho, fazia escala em Jararaca, Cacoal, Curralinho, Breves, Antônio Lemos, Gurupá, Arumanduba, Paraná do Viracebo, Prainha, Monte Alegre, Santarém, entrando no rio Tapajós até Boa Vista da Companhia Ford Industrial do Brasil, Alenquer, Óbidos, Paraná de Dona … Continuar lendo

Memória – Navegação amazônica

No início de 1966, os Snapp (Serviços de Navegação da Amazônia e de Administração do Porto do Pará), autarquia federal que viria a ser substituída no governo militar pela Enasa, ofereciam viagens para passageiros e cargas em sete navios da sua frota: 3 de Outubro, Inca, Imediato Evangelista, Tavares Bastos, Lauro Sodré, Augusto Montenegro e … Continuar lendo

O rio Amazonas e o mar

O transporte fluvial de cargas da Zona Franca de Manaus pelo rio Amazonas chegou ao fim. As empresas regionais perderam a disputa para duas corporações nacionais de cabotagem, da Aliança e da Mercosul Lines. É o que anuncia Alyrio Sabbá, na sua coluna especializada em O Liberal (que completou 50 anos). Segundo ele, todos os … Continuar lendo

Ponta da Madeira, maior porto

O porto da Ponta da Madeira, em São Luís do Maranhão, pelo qual escoa a produção de minérios de Carajás, no Pará, liderou a movimentação de cargas entre janeiro e julho deste ano. Com 98,5 milhões de toneladas, representou 15,4% do total de carga movimentada por todos os portos brasileiros. Superou o tradicional porto de … Continuar lendo

Rio: detalhe na Amazônia

O Dnit foi autuado pela Secretaria de Meio Ambiente e Sustentabilidade do Estado do Pará. O Departamento Nacional de Infraestrutura de Transporte foi notificada, hoje, de acordo com os autos de um processo administrativo punitivo instaurado pela secretaria no ano passado. A Semas aplicou um auto de infração porque o órgão, do governo federal, opera … Continuar lendo

Minério ao mar

Pela segunda vez, em menos de cinco anos, ocorre acidente com navio de uma empresa sul-coreana contratada pela Vale para transportar minério de ferro de Carajás para a China. O primeiro acidente ocorreu em 2017, já no litoral da África do Sul. O navio afundou e toda tripulação, exceto por uma pessoa, morreu. O novo … Continuar lendo