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Esta categoria contém 17 posts

Não ao porto no Maicá

A Secretaria de Meio Ambiente e Sustentabilidade do Estado publicou a minuta do termo de referência para a realização do estudo socioambiental do componente social tradicional de pescadores e pescadoras do lago Maicá, em Santarém. Assim, dá início ao processo de licenciamento ambiental do terminal portuário da Empresa Brasileira de Portos de Santarém nessa área, próxima … Continuar lendo

Promotoras querem suspender licença da Cargill

Quatro promotoras de justiça de Abaetetuba recomendaram a suspensão ou manutenção da suspensão do licenciamento ambiental da Cargill “até que o Estado do Pará tome as medidas de consulta às comunidades impactadas considerando a decisão destas comunidades e respectivas avalições dessas famílias na fase do licenciamento do terminal portuário de Abaetetuba em observância à Convenção … Continuar lendo

Navio Haidar

Entre os dias 11 e 12, uma equipe de técnicos vai tentar fazer a reflutuação do navio Haidar, de bandeira libanesa, que afundou no porto de vila do Conde, em Barcarena, no dia 6 de outubro de 2015, com cinco mil bois vivos e 700 toneladas de óleo para a Venezuela. Os bois morreram afogados … Continuar lendo

Navegação Tapajós dá lucro

A Navegação Unidas Tapajós conseguiu sair de um prejuízo de 12,3 milhões de reais em 2020 para um lucro de R$ 30,3 milhões no ano passado. Mas seu faturamento no período caiu de R$ 288 milhões para R$ 254 milhões, conforme as demonstrações contábeis, publicadas hoje no Diário oficial. A empresa transporta grãos, principalmente soja, … Continuar lendo

Pedral do Lourenço em março?

No final de março, o Ibama decidirá se concede a licença prévia para as obras de dragagem e derrocamento do Pedral do Lourenço, no rio Tocantins, em território paraense. O DNIT, órgão responsável pelo projeto, entregou a última versão do EIA-Rima, elaborado pelo consórcio DTA Engenharia. A primeira versão, de 2018, previa a execução dos … Continuar lendo

Memória – Navios alemães

A Alemanha levou seis anos depois da Segunda Guerra Mundial para começar a restabelecer a navegação entre Belém e o porto de Hamburgo. Os primeiros navios atracaram na capital paraense em 1951. Em 1953, a Norddeutscher Lloyd Bremen mandou o Billetal em sua primeira viagem, trazendo 37,5 mil sacas de cimento alemão e levando 2.536 … Continuar lendo

Memória – Foi-se o mogno

A Folha do Norte noticiava, em 1968, que “regularmente” navios estrangeiros, sobretudo da Booth Line, deixavam o porto de Belém rumo aos Estados Unidos carregados de mogno, “quase todo ele originário das diversas regiões da Belém-Brasília, notadamente da que se situa do Estado de Goiás”, atual Tocantins (que não tem mais mogno). A madeira “tem … Continuar lendo

Memória – A frota branca

Em julho de 1955, o SNAPP, a empresa federal responsável pela navegação na Amazônia, nacionalizou o Augusto Montenegro, quinto navio da “frota branca”, que o governo Getúlio Vargas comprou na Holanda. Já antes recebera o Presidente Vargas, o Lauro Sodré, o Lobo d’Almada e o Leopoldo Peres. Seria o maior investimento do governo federal em … Continuar lendo

Memória – Longa viagem

Em 1955, podia-se embarcar, uma vez por mês, às oito horas da noite, no navio a óleo Aquidaban, para uma longa viagem. Começando em Belém, escalava nos portos de Breves. Monte Alegre, Santarém, Alenquer, Óbidos, Oriximiná, Parintins, Maués, Urucurituba, Urucará, Itapiranga e Itacoatiara, já no Amazonas. O escritório da Empresa de Navegação Aquidaban, na rua … Continuar lendo

Memória – O rei da navegação

A firma Joaquim Fonseca & Cia. se registrou na Junta Comercial do Pará, com capital de 100 mil cruzeiros, “para a exploração do comércio de compra e venda de mercadorias nacionais e estrangeiras, extração e beneficiamento de óleos vegetais e produtos da Amazônia, e construções de embarcações de madeiras de conta própria e sob encomenda … Continuar lendo