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Perfil

Lúcio Flávio Pinto

 

Jornalista profissional desde 1966. Percorreu as redações de algumas das principais publicações da imprensa brasileira. Durante 18 anos foi repórter em O Estado de S. Paulo. Em 1988 deixou a grande imprensa. Dedicou-se ao Jornal Pessoal, newsletter quinzenal que escreve sozinho desde 1987, baseada em Belém

No jornalismo, recebeu quatro prêmios Esso e dois Fenaj, da Federação Nacional dos Jornalistas. Por seu trabalho em defesa da verdade e contra as injustiças sociais, recebeu em Roma, em 1997, o prêmio Colombe d’oro per La Pace e, em 2005, o prêmio anual do CPJ (Comittee for Jornalists Protection), de Nova York.

Tem 21 livros individuais publicados, todos sobre a Amazônia, os últimos dos quais Amazônia Decifradada e A Questão Amazônica. É co-autor de numerosas outras publicações coletivas, dedicadas à Amazônia e ao jornalismo. Recebeu o Prêmio Wladimir Herzog de 2012 pelo conjunto da sua obra. Foi considerado pela ONG Repórteres Sem Fronteiras, com sede em Paris, como um dos mais importantes jornalistas do mundo, o único selecionado no Brasil para essa honraria.

É sociólogo, formado pela Escola de Sociologia e Política de São Paulo (1973). Foi professor visitante (1983/84) do Centro de Estudos Latino-Americanos da Universidade da Flórida em Gainesville, EUA. Foi professor visitante no Núcleo de Altos Estudos Amazônicos e no Departamento de Comunicação Social da Universidade Federal do Pará.

Discussão

39 comentários sobre “Perfil

  1. Olá prof. E jornalista Lúcio! Estou falando da Universidade de Caxias do Sul e gostaria de convida lo a participar de nossa Semana Acadêmica para mais de trezentos alunos. Como falamos do Sul do país pensamos numa entrevista em vídeo por Skype. O tema seria o jornalismo de impacto social e a crítica da informação comercializada. O que você acha professor?

    Aguardo seu retorno
    André S Ramos
    acadêmico jornalismo

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    Publicado por André s Ramos | 20 de abril de 2015, 21:10
  2. Olá professor Lúcio Flávio, sou líder de um movimento universitário que tem como uma de suas metas o esclarecimento do povo paraense referente á lei Kandir. Gostaria de lhe solicitar que por favor nos envie uma cópia digital da edição de seu Jornal sobre esta questão. Gostaria também de lhe pedir que troquemos informações sobre este assunto. Este é meu email: luis_elric@hotmail.com
    Aproveito este espaço para lhe parabenizar pelo digníssimo trabalho que o sr. vem realizando com o Jornal Pessoal.
    Desde já lhe sou grato.

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    Publicado por Gentil Branco | 14 de maio de 2015, 19:42
    • Desculpe só agora poder lhe responder, Gentil. Obrigado por suas generosas palavras. Vou pesquisar o tema que me pede. Mas como as coisas estão muito enroladas, sugiro que faça também uma pesquisa no Google relacionando meu nome, o tema e a Vale. E procure também material no blog valeqvale, com endereço neste blog.

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      Publicado por Lúcio Flávio Pinto | 19 de maio de 2015, 11:53
  3. Boa noite Professor Lúcio Flávio. Sou graduado em Ciências Ambientais. Morador do Município de Tucuruí. Sou admirador do seu trabalho e sempre os uso como referencia para trabalhos apresentados por mim a IES. Nesta sexta (12), estarei apresentando um trabalho referente as hidrelétricas instaladas na Amazônia, cujo o tem é: Impactos Socioambientais de Usinas Hidrelétricas na Região Amazônica. Um dia terei o prazer de poder expor esses trabalhos ao senhor. Parabéns pelos grandes trabalhos realizados na nossa região, pois são poucos que realmente se atentam para essa questão tão rica para nós.

    Abraço,

    Denilson Almeida

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    Publicado por Denilson Almeida | 9 de junho de 2015, 23:45
  4. Prezado Sr. Pinto,

    Meu nome é Claire, sou jornalista francesa realizando uma matéria sobre midia alternativa no Brasil para a Radio Campus Paris.

    Gostaria de conversar o senhor como representante de um jornalismo de investigação local, numa area dita “periférica” que é Amazônia, e desde muito tempo.

    Poderiamos marcar de uma entrevista pelo skype?

    Muito obrigada pelo retorno,

    Atenciosamente,

    Claire Sophie Dagnan

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    Publicado por Claire Dagnan | 13 de junho de 2015, 15:53
  5. Caro colega, Lúcio Flávio Pinto, gostaria de obter o seu telefone fixo e e-mail, é possível? – Pois, gostaria de lhe enviar um breve Dossiê sobre o Projeto Geolíngua, iniciado em 1992, aqui em Portugal (no âmbito de colher material para uma tese de doutoramento, após defesa de minha tese de mestrado na USP em 1991). – Nasci em 1952, em São Paulo e, desde 1992, estou a viver em Lisboa a colher material sobre a – “Verdadeira história da língua portuguesa. – e, desde 2004, também estou à realizar uma investigação (cientifica) sobre a “Santíssima Trindade da Justiça” – O Juiz, o advogado e o jornalista (escrever no Google esta tríade e ver os comentários lá inseridos) – Os meus contactos são: (351) 966 054 441 e o e-mail é – geo@geopress.org

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    Publicado por geolingua | 30 de julho de 2015, 16:56
  6. Prezado Professor Lúcio Flávio, sou Representante do Centro Acadêmico de Direito ” Edson Luís ” – CADEL UFPA, o qual promoverá o V Simpósio Interdisciplinar de Ciências Jurídicas e Sociais, com o tema Fórum Belém: 400 anos. Gostaríamos muito da sua presença. Tentei enviar o convite ao seu email que encontrei na Internet, mas creio que estava errado. O senhor poderia fornecer seu email para que eu envie o convite e a programação do evento?
    Desde já agradeço pela atenção e renovo os votos de apreço e admiração que toda a diretoria do Centro Acadêmico tem pelo deu trabalho e dedicação.

    Atenciosamente,

    Yanê Amoras Lima
    Diretora Executiva do CADEL – UFPA.
    yanelimaa@gmail.com

    Curtido por 1 pessoa

    Publicado por Yanê Amoras Lima | 27 de agosto de 2015, 20:56
  7. Boa tarde Sr. Flávio Pinto.

    Sou bibliotecário e coordenador voluntário da Biblioteca Comunitária Antônio Tavernard, localizada e funcionando no Distrito de Icoaraci desde dezembro de 2008 com suas atividades voltadas para o incentivo a leitura e cultura na comunidade.

    Recebemos todos os meses exemplares doados do JORNAL PESSOAL que servem para embasar pesquisas sobre a Amazônia e sobre a nossa cidade para nossos usuários, principalmente para alunos que estão se preparando para exames vestibulares no contexto da análise crítica da redação. Além disso temos dois livros de sua autoria em nossa biblioteca.

    Aproveitando o ensejo o Sr. possui algum texto em seus arquivos que fale sobre o poeta Tavernard: sua história, biografia ou até pelo o descaso com a Casa do Poeta que está em ruínas em Icoaraci ? Caso seja positivo, pode nos enviar ou nos orientar em qual exemplar encontram-se estas informações.

    Agradeço sua atenção.

    Parabéns pelo JORNAL PESSOAL.

    Valdemir Silva
    Bibliotecário/ Coordenador
    Biblioteca Comunitária Antônio Tavernard

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    Publicado por Valdemir Monteiro da Silva | 3 de setembro de 2015, 14:23
  8. Bom Dia Lúcio! Meu nome é Ivete Brabo, sou Assistente Social e Coordenadora do Curso de Bacharelado em Serviço Social da Faculdade Metropolitana da Amazônia – FAMAZ, já tive por várias vezes o prazer de ouvi-lo, inclusive na aula inaugural do Mestrado em Serviço Social (2004) o qual cursei.
    Dia 22/10 A FAMAZ completa oito anos, no mesmo período que começa a Semana Nacional pela Democratização da Comunicação (14/22 de outubro) – Sem Mídia Democrática Não há Democracia – organizada pelo Fórum Nacional pela Democratização da Comunicação (FNDC), do qual o Conselho Federal é de Serviço Social – CFESS é membro.
    Desta feita, gostaria de convida-lo para realizar palestra na faculdade em qualquer dia desta semana, horário de 19h no dia , com o tema “A mídia que temos e a mídia que queremos”.
    O Fórum realiza coleta de assinaturas ao Projeto de Lei de Iniciativa Popular da Mídia Democrática – PLIP, o que pretendemos fazer no decorrer desta semana na faculdade.

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    Publicado por Ivete Brabo | 19 de outubro de 2015, 09:38
  9. Olá Lúcio Flávio, Meu caro, sou Paulo Afonso, P.A, sou o rapaz que na adolescência distribuiu as primeiras edições do “Jornal Pessoal” através do EMAÚS. Hoje sou produtor cinematográfico e no momento tenho uma proposta a lhe enviar e gostaria de manter contato breve. Meu email: 2.afonso@gmail.com

    Aguardo contato

    P.A

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    Publicado por Paulo Afonso Martins da Conceição | 24 de outubro de 2015, 12:15
  10. Boa tarde, Lúcio! Enviei um email para os dois emails que aparecem no seu blog mas ambos retornaram. Tem um outro? Abraços. Marcos Reis (marcosreiscriminal@gmail.com)

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    Publicado por Marcos Reis | 18 de novembro de 2015, 14:52
  11. DESCENTRALIZAÇÃO DA INVESTIGAÇÃO CRIMINAL NO BRASIL, JÁ!

    Como é sabido, a segurança pública brasileira faliu. O modelo policial, ineficiente e ultrapassado, chegou ao fim. Já passa da hora, portanto, de uma reforma ampla e profunda em todo o sistema de investigação no país.

    Apesar de termos observado inúmeros debates, seminários e audiências públicas sobre novos modelos de polícia e, ainda, vermos brotar, a todo dia, PEC’s e projetos de lei relacionados a segurança pública, infelizmente, não notamos, nas proposições em curso, qualquer referência aquilo que consideramos como a causa principal do problema: a concentração do poder de investigação criminal em apenas dois órgãos (Polícia Civil e Polícia Federal).

    A análise sobre o assunto demandaria mais do que esta curta mensagem, porém, na medida do possível, tentaremos expor algumas razões que nos fazem crer que o modelo concentrador de investigação criminal é sim um dos principais fatores para a ineficiência e inoperância de todo o sistema, o que , sem dúvidas, faz gerar, a impunidade de delinquentes e a multiplicação de crimes.

    1) Um bom investigador, para as melhores e mais eficientes forças policiais do mundo, não precisa ter o domínio de todos os crimes contidos no código penal de seu país. O que as polícias modernas esperam e exigem de um exímio investigador, além de comprometimento e experiência, é seu conhecimento técnico, em sua área de atuação, para elucidar crimes. Grosso modo, denominamos isso de especialização. Nesse sentido, um bom investigador em crimes cibernéticos, por ex., não precisa saber qual a pena máxima para o crime de estupro ou a mínima para o de curandeirismo. O que importará é conhecer sistemas de informação e informática e ponto final. Logo, o que conta, nas polícias eficientes mundo afora, é que o expert em investigação criminal (seja para crimes cibernéticos, ambientais, tributários, financeiros, patrimoniais), não seja o “doutor” ou “excelência” em matéria penal e processual penal (arquétipo este que se materializa, no Brasil, na figura de delegados de polícia, dos quais se exige o conhecimento de uma centena de tipos penais), mas, fundamentalmente, possuir o conhecimento técnico especializado, em sua área de atuação, para identificar os autores do crime e provar a materialidade. O inquérito policial, instrumento de investigação brasileiro, utilizado pelo delegado de polícia, por supervalorizar a instrumentalidade das normas (jurisdiques) em detrimento da multidisciplinariedade de conhecimentos de investigadores, torna a investigação criminal excessivamente cartorial, burocrática, centralizadora, o que, inevitavelmente, leva aos pífios números de elucidação de crimes. Ora, está na hora de dar um fim nesse ineficiente modelo, substituindo-o por novos instrumentos de investigação, que priorizem o conhecimento técnico e a especialização ao invés do bacharelismo jurídico e seu caráter concentrador.

    2) Está na hora de descentralizar a investigação criminal para órgãos de fiscalização e controle. Aproveitar recursos humanos, conhecimento, expertise de agências e órgãos governamentais para, dentro de suas esferas de atribuição, exercerem atividade de polícia plena, não só administrativa, como se tem hoje. Polícia plena significa dar ao órgão não só poder de polícia administrativa, mas também investigativa (autua, prende, investiga, presta contas direto com o Ministério Público), fazendo-o ter ciclo completo de polícia e não pela metade.

    3) Receita Federal, Ibama, Anatel, INSS, CGU, etc (e seus congêneres nos Estados, DF e municípios), devem , portanto, possuir poder pleno de polícia, em suas esferas de atribuição (questões tributárias, fiscais, ambientais, financeiras. etc.) desonerando, dessa forma, polícias civis e Federal, para realizarem investigações e diligências afeitas a segurança pública propriamente dita (terrorismo, tráfico de drogas, roubos, pedofilia, furtos, homicídios, sequestros, etc).

    4) Polícia Federal e Polícia Estadual (PC e/ou PM) passariam a ter função subsidiária, ou seja, atuariam nos cri
    mes não relacionados a atribuição dos órgãos de fiscalização e controle. Teriam suas atribuições divididas por matéria e território, ressalvadas as atribuições dos órgãos de fiscalização e controle. Poderiam , na transição do modelo descentralizado que ora se propõe, serem utilizadas, eventualmente, para dar suporte logístico e de inteligência aos referidos órgãos.

    5) Como frisado acima, um bom investigador não necessita conhecer uma centena de crimes e regras processuais. Um fiscal da Receita Federal por ex., para exercer seu mister de polícia tributária plena, não necessita conhecer a fundo crimes sem conexão com sua atividade. Basta que saiba os tipos penais (normas) relacionados a seara tributária. Por essa mesma ótica, basta a um servidor da Anatel que conheça os crimes vinculados as telecomunicações. Seria desarrazoado e incoerente exigir deste, conhecimento sobre quadrilhas de roubo a banco. Por óbvio, tais servidores deverão ser qualificados para bem e fielmente cumprirem seus ofícios, inclusive, no que tange ao acompanhamento instrumental do Ministério Público. Far-se-á necessário, ainda, criar núcleos específicos de investigações criminais nos referidos órgãos e agências, dando-lhes capacidade e recursos para adequarem-se ao novo modelo. Por fim, os concursos públicos para selecionar servidores para essas entidades, deverão exigir conhecimentos específicos para o desenvolvimento da atividade de polícia investigativa, em sua esfera de atribuição

    6) Outro dia, lemos que a Comissão de Valores Mobiliários dos EUA, realizando atividade essencialmente investigativa, pedia informações ao Ministério Público do Brasil sobre valores relacionados ao caso de corrupção na Petrobrás. Como se vê, na nação mais desenvolvida do mundo o modelo de investigação criminal é descentralizado e prescinde de um personagem (delegado de polícia) para intermediar os trabalhos. Em terras tupiniquins, os técnicos especializados da CVM, do CADE, da CGU ou outro órgão, após constatarem ilicitudes, em seus respectivos domínios de atuação, não podem realizar investigação criminal plena, desperdiçando-se com isso tempo e recursos vitais para a elucidação de crimes específicos e relevantes. O que se vê por aqui, em um caso desses, é o vai e vem de papéis entre o órgão e as polícias.
    Aliás, essa é a cara do modelo concentrador de investigação no Brasil: ping pong de papéis, entre polícia e órgãos/agências de Estado

    7) Não é a toa que o esdrúxulo e arcaico modelo concentrador de investigação criminal no Brasil não corresponde, minimamente, a sua expectativa. Os resultados materializam-se na avassaladora onda de crimes brutais e na violência desenfreada. Também pudera, pois como exigir que PF e PC, monopolizadoras da investigação criminal no país, sejam eficientes se “investigam” de tudo: procedência de produto ilegal para aumentar o volume do feijão vendido na baiuca da Tia Maria, rádio clandestina que obstrui frequência das telecomunicações, furto do papagaio do vizinho, quem abandonou o pangaré que causou prejuízo na propriedade alheia, o autor do furto da carta com a letra da música que seria registrada, o autor do desmatamento em área de preservação ambiental, quem matou Odeth Roethman.Etc etc etc.etc.

    Se já tivéssemos adotado a descentralização como paradigma das investigações criminais no Brasil, das sete hipotéticas situações de infrações a lei penal descritas acima, cinco seriam de responsabilidade dos órgãos ou agências, senão vejamos:

    A) Caberia a ANVISA as ações policiais (preventivas e repressivas) relativas a saúde pública. Esta agência ficaria responsável por identificar quem colocou “bromato” para “aumentar” o volume no feijão da Tia Maria.

    B) Seguindo esse mesmo raciocínio, caberia a ANATEL, e não a PF, a atividade policial plena para descobrir o proprietário da rádio pirata. Além de aplicar multa (polícia administrativa), a referida agência deve possuir prerrogativa constitucional para exercer atividade de polícia investigativa criminal, vinculada aos crimes em seu segmento, qual seja, telecomunicações.
    C) O IBAMA (e seus congêneres em Estados e Municípios) ficariam responsáveis pelos crimes ambientais, cabendo identificar o autor do desmatamento.

    D) Ao Instituto Nacional de Propriedade Industrial (INPI), caberia elucidar o paradeiro da carta subtraída bem como crimes relacionados a registros e patentes.
    Os demais casos (sumiço do papagaio, dono do pangaré e morte da famosa atriz), por não estarem relacionados a matéria de abrangência de órgãos e agências, devem ficar sob atribuição ou da Policia Estadual (PC e/ou PM) ou da Municipal. Caberá ao legislador definir qual a melhor “caminho” a seguir.

    A consequência dessa repartição de atribuições, inegavelmente, viria a refletir na redução drástica de demandas da PF e PC, as quais passariam a dispor de recursos humanos e materiais para aplicar em investigações de crimes violentos e causadores de caos social.

    8) Como se pode notar, com a descentralização das atividades de investigação criminal, as polícias existentes (ou aquelas surgidas de suas fusões, incorporações) passariam a dar prioridade a crimes que geram mazelas e instabilidades diretas no tecido social, como homicídios, tráfico, roubos, sequestros, quadrilhas, pedofilia, tráfico de pessoas e etc., deixando para os órgãos e agências do Estado a tarefa de prevenir e reprimir crimes em suas áreas de atuação. Essa equação é tão óbvia que prescinde de explicações e dados mais detalhados.

    Por fim, além da descentralização, uma verdadeira reforma na segurança pública, exigirá entrada única (carreira única, que valorize a experiência e a meritocracia do servidor), ciclo completo (cada polícia, órgão, agência, dentro de sua esfera de atribuição, exerce a atividade policial plena: prende, autua, previne, reprime e presta contas direta com o Ministério Público, estando isso umbilicalmente associado a descentralização da investigação criminal), e humanização (ordenamentos policiais que respeitem os direitos humanos dos servidores) em todas as polícias.

    Esperamos que essas sugestões possam contribuir para o aprimoramento das ideias, na busca pela melhoria de nossa capenga e antiquada
    João Carlos Monteiro Gonçalves, Benedito Carlos Borges Ferreira, Mário Sérgio Monteiro Ferreira, Lizandra Danielle Paiva Chaves, Milkson Irailson da Silva Caetano e Cláudio Pinheiro da Costa.

    Cidadãos do Brasil que exigem, para si e suas famílias, um modelo de segurança pública eficiente e atuante, para fazer frente à violência e ao crime que estão tomando conta do país.

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    Publicado por João Carlos Monteiro Gonçalves | 9 de dezembro de 2015, 11:04
  12. Olá! Parabéns,sua publicação em relação ao assunto do pe. Geffison foi nota 10, um verdadeiro jornalista. Até agora não sabe-se a real história,li a nota da basílica,li a do diário,assim como houve a infelicidade de ler alguns blogs,e de acordo com o senhor era ‘copiar e colar’ nada de novidade,ninguém ouviu o padre,nem seus familiares,nem tão pouco as mães das crianças.o povo ainda não sabe o que houve,eu principalmente apesar da enorme materia de capa do jornal e outras cópias,fica a dúvida,pois os autores escreveram igual revista de fofoca: ‘ele pode ter um filho’ ‘ele pode ter engravidado um,duas’ ‘uma pessoa informou isso,aquilo’ Diante dessas materias cheias de dúvidas e pronomes indeterminados só tenho a afirmar que isso não é jornalismo.lembrado que não critico nem defendo o padre,mas seria bom uma reportagem seria e real,o povo pergunta no facebook da adorar jusus,se ele vai voltar,há defesa,critica ufa! Enquanto isso,só resta esperar pelo tempo talvez um dia a verdade venha…

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    Publicado por Erla | 8 de fevereiro de 2016, 10:32
    • Sua mensagem é a prova de que a imprensa paraense não está informado como era do seu dever a opinião pública. E ela já fez isso no passado. Anos atrás era inimaginável o vácuo apontado por você. Algum repórter iria atrás do padre, da sua família, das moças que se relacionaram com ele, dos superiores do religioso para oferecer ao debate público dados fundamentais, até hoje negligenciados. Não há mais jornalismo em casos assim. Há reprodução do disse-que-disse. Antes de qualquer interpretação ou opinião, os fatos. A imprensa, que pode apurá-los, está devendo mais essa aos leitores.

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      Publicado por Lúcio Flávio Pinto | 8 de fevereiro de 2016, 11:34
  13. Parabéns seu trabalho é ótimo,vale a pena curtir,comentar..

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    Publicado por Erla | 8 de fevereiro de 2016, 10:37
  14. prezado

    boa noite. cumprimento-o com satisfação e admiração.
    sem delongas vou direto ao assunto:
    gostaria que o senhor escrevesse uma apresentação a um livro que será publicado em breve, que versa sobre Remanescentes Quilombolas na cidade de Tracuateua.
    escolhemos seu nome não por se tratar de sujeito de renome, mas por sermos admiradores de seu posicionamento e por nos alinharmos a linha editorial do seu jornal
    felizmente tive o privilégio de conhece-lo pessoalmente num sebo da capital quando garimpava obras junto com meu orientador-professor-amigo Ipojucan Dias Campos. nâo creio que se lembre do episódio mas lé bom cita-lo. Ipojucam e eu lançamos o ano passado uma coletânea chamada TEIAS DE HISTÓRIAS, penso que o senhor tem a obra em mãos.

    espero que considere com carinho o pedido.

    sem mais
    desculpe por tomar do seu tempo
    grato pela atenção
    aguardo retorno

    saudações socialistas

    att

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    Publicado por danilo gustavo silveira asp | 17 de fevereiro de 2016, 20:16
  15. Olá Lúcio, me chamo Elaine Ribeiro, sou da gráfica Print Solution.Deixo o meu email ( elaine _ribeiro23@hotmail.com ) para fins de contato, pois tenho interesse no seu contato. Fico no aguardo!

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    Publicado por elaine | 18 de fevereiro de 2016, 15:19
  16. Caro Lucio, meu nome é Roni Mayer Lomba, docente da Universidade Federal do Amapá e atualmente ocupante do cargo de delegado do Ministério do Desenvolvimento Agrário no Amapá. Meu contato é para convida-lo para uma mesa redonda no dia 17 de junho de 2016 em Macapá. O evento será entre 17 a 19 de junho. Estamos organizando o 3 Simpósio Amazônico de Reforma Agrária, Meio Ambiente e Desenvolvimento a ser realizado em Macapá, na Universidade Federal do Amapá. O titulo da mesa ainda esta por definir, mas a principio será algo sobre conflitos agrários na Amazônia. Peço que responda com máxima urgência para providenciarmos passagens e diárias.

    Saudações

    Roni mayer Lomba
    Delegado – DFDA/AP

    meu email é: ronimayer@hotmail.com e roni.lomba@mda.gov.br
    nao consegui encaminhar essa mensagem para o email que tenho, no qual trocamos algumas informações em 2012. espero que dessa vez consigamos traze-lo para Macapa. Abraços

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    Publicado por roni mayer lomba | 24 de fevereiro de 2016, 01:38
  17. Obrigado lúcio. Não sou parente do Pedro lomba. Vim do MS em 2010 exercer o cargo de docente na unifap e aqui fiquei.marca a data na sua agenda por favor. Se puder ficar conosco do dia 17 a 19 agradecemos. Ariovaldo da usp já confirmou presença também. Abracos

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    Publicado por roni | 24 de fevereiro de 2016, 10:26
  18. Prezado Lúcio, é uma honra me dirigir a você, não pelos seus prêmios, mas por manter a integridade num país onde predominam os jornalistas amestrados (um amigo jornalista, Ademar Adams, criou esta expressão).
    Sou ativista por transparência e prevenção da corrupção no coletivo de entidades evangélicas chamado Ame a Verdade – temos página no Facebook – e gostaria de passar a você denúncias sobre evasão fiscal no setor extrativo, tenho muitos documentos e informações para te passar se se interessar pelo tema. Por favor me mande email. muito obrigada por seu esforço hercúleo de nadar contra a corrente.

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    Publicado por Elda Mariza Valim Fim | 4 de março de 2016, 11:22
  19. Bom dia sr. Lúcio Flavio Pinto, gostaria de saber seu email para lhe enviar uma situação que gostaria que fosse publicada. Em síntese, esta história da vida real se refere sobre um processo espólio, que vem se arrastando há mais de 11 anos anos no TJ/PA, onde a parte desfavorecida é uma criança de 12 anos, que na época do falecimento do seu pai tinha 02 anos de idade, e suas irmãs mais velhas a deixaram totalmente na miséria. O problema, é que estas moças tem influencia em Belém e em diversas situações, fazendo com que a injustiça prevaleça.
    o senhor poderia nos ajudar de alguma forma com a divulgação?

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    Publicado por Sarah Melo | 18 de abril de 2016, 09:51
  20. Olá Lúcio.

    Meu nome é Lívia. Sou professora da rede pública do estado de São Paulo, militante e atualmente desenvolvo pesquisa (mestrado – Geografia) na UNICAMP.

    Analiso o Projeto s11d da Vale (acumulação do capital). Tentei entrar em contato com você por outras vias, mas não obtive respostas. Em JULHO estarei realizando um trabalho de Campo na região e em São Luís. Queria poder encontrá-lo para um entrevista e aprendizados. É possível? Posso enviar maiores informações sobre o projeto de pesquisa e gostaria, se possível, de escutar sugestões.

    Segue meu contato: livia_tonelli@hotmail.com

    Abraços.
    Bom dia

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    Publicado por Lívia | 12 de maio de 2016, 10:25
  21. Olá Lúcio,
    Meu nome é Renataly , sou estudante de Engenharia Ambiental na Universidade do Estado do Pará, estou realizando uma pesquisa sobre a Ilha do Marajó (Atividades econômicas e respectivos impactos ambientais)
    Gostaria de alguma dica, seja de atividade ou região que necessite de um estudo mais aprofundado, deixando assim, um registro cientifico sobre essa área, que venha a ser útil futuramente.
    Obrigada desde ja

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    Publicado por Renataly Silva | 13 de setembro de 2016, 23:55
  22. Lúcio, não achei lugar onde te repassar meus contatos. Deixo aqui um comentário nesse sentido. Abraços!

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    Publicado por Fabrício de Paula | 5 de outubro de 2016, 15:55
  23. Oi Lucio
    O pessoal da Sociologia de SP vai se reunir
    Entre em contato
    Abraços
    Rony Oliveira. Rony.oliveira@netune.com.br
    021 98112-4430

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    Publicado por Rony Oliveira | 26 de outubro de 2016, 18:14

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