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Esta categoria contém 846 posts

Cabanagem – Personagens (6)

Continuo a publicar a seleção dos principais cabanos presos pela força imperial que combateu a cabanagem. Seus nomes constam da relação nominal dos rebeldes presos em 1836, contida nos códices 972, 973, 974, 1.130, 1.131 e 1.132 do Arquivo Público do Pará. Grifei alguns trechos mais importantes. Laudegário José de Assunção. Paraense, mulato, 45 anos, … Continuar lendo

Cabanagem republicana?

Um ano depois que a cabanagem irrompeu em Belém, um jornal de Ouro Preto, em Minas Gerais se referiu à a lendária bandeira cabana, com o desenho de um índio de arco e flecha, que teria sido concebida por Eduardo Angelim. A notícia foi publicada na edição de O Universal de 11 de janeiro de … Continuar lendo

A história petrificada

Certa vez se queixaram para Karl Marx de algo que Heinrich Heine havia feito ou declarado que não era o que hoje se diria politicamente correto. Marx desconsiderou a queixa. Disse que era permitido aos grandes artistas esse tipo de erro. O importante era Heine ser um grande poeta. A grande contribuição de Marx para … Continuar lendo

Cabanagem – Personagens (5)

Continuo a publicar a seleção dos principais cabanos presos pela força imperial que combateu a cabanagem. Seus nomes constam da relação nominal dos rebeldes presos em 1836, contida nos códices 972, 973, 974, 1.130, 1.131 e 1.132 do Arquivo Público do Pará. Grifei alguns trechos mais importantes. Joaquim Valentim Portilho. Paraense, mameluco, 22 anos, ferreiro. … Continuar lendo

História – O dia da farsa

(Artigo publicado na Agenda Amazônica em janeiro de 2000) A cada 15 de agosto os paraenses comemoram oficialmente a adesão do seu Estado à independência brasileira. “Comemoram” é uma expressão forçada: simplesmente a data é lembrada e lançada no livro de ocorrências, sem maior indagação, nem interesse. A rigor, pouco paraense sabe o que significou … Continuar lendo

A cultura viva de Portugal

Partilho com meus leitores o prazer desta mensagem, enviada pela jornalista paraense Vilma Reis, a partir de Coimbra, onde mora. __________ Em maio de 2012 eu trabalhava na CBN de Belém e, no plantão do domingo, 13 de maio, abri o Globo e fiquei paralizada diante da capa do Segundo Caderno: “Lisboa, uma janela sobre … Continuar lendo

Márcio Souza, o cosmopolita

O escritor de primeira linha no seu lugar de direito (ou: os iguais se aproximam) (Texto publicado na edição 279, do Jornal Pessoal, de março de 2002) Márcio Souza colocou o ponto final no seu último livro, Desordem (segundo volume da programada tetralogia sobre o Grão-Pará), no Delmonico Hotel, em New York (conforme escreveu), no … Continuar lendo

Márcio Souza, o imperador da Amazônia

O escritor Márcio Souza não é um bom ator. De forma inconvincente, ele simula me desconhecer. Interrompido na aula magna que proferiu na abertura do Programa de Pós-Graduação da UFPA, me dedicou curtíssimos minutos. Começou tentando se lembrar do meu nome completo. Saiu Lúcio, depois Lúcio Flávio. A memória onomástica parou aí. Márcio se enredou … Continuar lendo

Guia de leitura de Benedito Nunes

O texto é longo, mas quem subsistir até o fim terá um presente precioso e raríssimo: um roteiro completo e orientado sobre leituras preparado pelo filósofo e crítico literário Benedito Nunes. O primeiro texto tem exatamente 30 anos. Ru o publiquei em 1991 em A Província do Pará. A Universidade Federal do Pará o reproduziu … Continuar lendo

Memória – A pinacoteca do Estado

Em outubro de 1953, o governador Alexandre Zacharias de Assumpção sancionou a lei que criava a Pinacoteca do Estado, “com a finalidade de reunir, conservar e expor as obras de artes plásticas do Estado”. A pinacoteca ficaria subordinada à Secretaria de Educação e Cultura e seria dirigida “por um técnico em pintura de comprovado merecimento, … Continuar lendo